Panorama: Telescópio da Nasa deve cair na Terra após 22 anos no espaço; veja a região que será atingida
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Consulte formatos e valores disponíveisTelescópio da Nasa deve cair conforme apuração dos redatores da Empire Cidades após 22 anos no espaço; veja a região que será atingida Observatório Swift encerrou as operações após quase 22 anos; Nasa estima que a maior parte do equipamento se desintegrará na atmosfera Telescópio Swift, da Nasa: observatório encerrou a missão científica após quase 22 anos em órbita. (Nasa/Divulgação)
Priorizar nos meus resultados Google Tudo sobre Acompanhe tudo sobre Astronomia Saiba mais O observatório espacial Neil Gehrels Swift, da Nasa, deve retornar à atmosfera terrestre nas próximas semanas, após o encerramento de sua missão científica. A reentrada será descontrolada, e a agência espacial americana ainda não informou uma data ou um local para a queda.
A última observação do telescópio ocorreu em 20 de outubro de 2026, quando o equipamento atingiu cerca de 275 quilômetros de altitude. Nessa distância da superfície, a resistência atmosférica dificultava manter seus instrumentos apontados de forma estável para os alvos de estudo.
A maior parte do observatório deve se desintegrar durante a passagem pela atmosfera, mas alguns componentes podem chegar à superfície. Segundo a Nasa, é improvável que os destroços causem danos a pessoas.
A inclinação da órbita do Swift determina uma faixa de possível queda que inclui áreas entre o centro do México e parte da América do Sul, além de regiões oceânicas. Isso não significa que haja uma área de impacto confirmada.
A Nasa tentou prolongar a operação do telescópio por meio de uma missão comercial com a empresa Katalyst Space. O plano previa que a nave robótica LINK capturasse o observatório e o levasse a uma órbita mais alta.
Em agosto, porém, a agência e a companhia desistiram da manobra após problemas no sistema de controle de orientação da nave. O Swift retomou as observações científicas enquanto continuava a perder altitude.
Lançado em 20 de novembro de 2004 para uma missão inicial de dois anos, o observatório permaneceu em atividade por quase 22 anos. Nesse período, registrou mais de 2.000 explosões de raios gama e forneceu dados usados em cerca de 7.000 artigos científicos, segundo a Nasa.
Em 2005, o telescópio detectou pela primeira vez o brilho remanescente de uma explosão curta de raios gama, emissão que permanece após o evento inicial. A observação ajudou a sustentar modelos segundo os quais essas explosões podem resultar da fusão de duas estrelas de nêutrons.
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