Voltar para a página inicial

Panorama: Sem título

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 23 de outubro de 2026 às 15:10
0 visualizações
Panorama: Sem título
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
Compartilhar:WhatsAppX / TwitterFacebook
Espaço Publicitário · topo

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Carro elétrico mais vendido do Brasil, o BYD Dolphin Mini ganhou uma nova geração na China - e que deve chegar no Brasil em 2028. Lançado com o nome local de Seagull, o hatch cresceu 42,5 cm, mudou o motor de lugar e parte de 65.900 yuans (cerca de R$ 49.717).

Mesmo maior e mais potente, o modelo também ficou mais barato do que a geração anterior. A mudança inesperada, porém, está na cabine: o carro não tem quadro de instrumentos atrás do volante.

Eixo traseiro passou a tracionar o carro e ainda ganhou suspensão multilink, mais confortável Imagem: Reprodução No Brasil, espera-se sua chegada por volta de 2028. A nova geração deve conviver com o Dolphin Mini montado em Camaçari (BA), em um degrau acima e de frente com o Geely EX2.

São cinco versões, com preços que vão de R$ 49.717 a R$ 75.400 na conversão direta.

O carro cresceu e ganhou nova arquitetura. O comprimento foi de 3,78 m para 4,21 m e o entre-eixos passou de 2,50 m para 2,65 m.

O motor agora é traseiro, e a potência subiu de 75 cv para 129 cv nas versões mais caras. As duas opções de entrada têm 116 cv.

Com tração traseira, a suspensão também foi incrementada , indo do eixo de torção para o sistema multilink , mais confortável.

As baterias são de 30,1 kWh e 39,2 kWh. A autonomia chega a 420 km no ciclo chinês CLTC (mais otimista que o do Inmetro).

As três versões mais caras aceitam a nova recarga ultrarrápida da BYD, chamada de Flash Charging. A bateria vai de 10% a 70% em cerca de cinco minutos, mas só nos carregadores especiais da marca.

O novo Dolphin Mini não tem quadro de instrumentos. Velocidade e dados de condução aparecem no lado esquerdo da central multimídia. É ponto criticado em modelos que adotam a mesma solução, como o Volvo EX30.

Velocímetro e outros dados são exibidos no canto da central multimídia Imagem: Reprodução A solução simplifica o painel, mas obriga o motorista a desviar o olhar da via para conferir a velocidade . A tela giratória, marca registrada da BYD, também saiu de cena.

Com o motor atrás, sobrou espaço para um porta-malas dianteiro de 94 litros sob o capô. Nas versões superiores, os bancos dianteiros têm aquecimento e ventilação, e o do motorista faz massagem. Só a mais cara traz LiDAR no teto e o pacote de assistência à condução DiPilot 300.

O novo Mini chega em um momento delicado para a BYD na China. No primeiro semestre, a receita da montadora no mercado chinês caiu 31%, e o lucro recuou 20,5%, segundo o balanço da empresa. A concorrência no país é dura: o Geely Xingyuan, vendido aqui como EX2, ganhou o posto de carro mais vendido lá.

Fora de casa, a história é outra. De janeiro a setembro, a BYD vendeu 1,34 milhão de veículos no exterior, quase o dobro do mesmo período de 2025. As vendas externas já respondem por 39% do total, e no primeiro semestre renderam mais da metade (53%) do faturamento da empresa.

O Brasil é peça central nessa virada. O país é o maior mercado da BYD fora da China. A fábrica de Camaçari segue a estratégia de produzir perto do cliente para driblar barreiras comerciais, como na Hungria.

O autor da mensagem, e não o UOL, é o responsável pelo comentário. Leia as Regras de Uso do UOL.

Espaço Publicitário · meio texto

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Matérias Relacionadas

Região: Sem título

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Redatores da Empire Cidadeshá 8 minutos