Panorama: Professora nos EUA é demitida por pedir doações de alunos em troca de pontos extras
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Consulte formatos e valores disponíveisPriorize VEJA no Google Ler Resumo Uma professora em Iowa, nos Estados Unidos, foi demitida após oferecer crédito extra aos seus alunos em troca de doações em dinheiro para uma vaquinha virtual pessoal. O dinheiro seria usado para custear uma viagem ao Equador. O pedido de seguro-desemprego da docente foi indeferido, com a justiça considerando sua conduta como falta grave e irresponsável. Este resumo foi útil?
Stephanie Mullaley, professora do ensino médio de Iowa, nos Estados Unidos, foi demitida após oferecer aos seus alunos crédito extra em troca de doações em dinheiro para uma vaquinha virtual de uso pessoal.
O caso veio à tona devido a uma reportagem do jornal local Iowa Capital Dispatch, na terça-feira 29, a respeito de uma audiência recente para avaliar um pedido da profissional por seguro-desemprego. O juiz de direito administrativo Duane Golden, que presidiu a sessão, indeferiu a solicitação, determinando que sua conduta configurava falta grave e demonstrava “desrespeito deliberado ou irresponsável” pelos interesses da escola, tornando-a inelegível para o benefício.
Durante o ano letivo de 2025-2026 (as aulas nos Estados Unidos começam entre agosto e setembro), Mullaley comunicou aos seus alunos que havia criado uma conta no GoFundMe, plataforma de financiamento coletivo, para ajudar a custear os próprios estudos. Ela afirmou que, caso os jovens fizessem doações em dinheiro para a conta, poderiam ganhar pontos extras na nota da disciplina.
Alguns contribuíram com a vaquinha virtual. Segundo Golden, o Distrito Escolar Comunitário de Clinton tomou conhecimento de que ela estava “usando sua posição como professora para pressionar alunos a doarem fundos”. Assim, foi demitida em 29 de maio por violações da política de ética do distrito.
No GoFundMe, que tinha uma meta de US$ 1. 800 (aproximadamente R$ 9. 500), Mullaley escreveu que as doações eram para pagar “uma oportunidade única de viajar ao Equador” com seu marido em julho de 2026, segundo o relatório.
Segundo ela, o fundo custearia seu trabalho como intérprete “para uma equipe de missão médica” e “ajudar a superar barreiras linguísticas para que o cuidado e a compaixão pudessem alcançar quem mais precisa. ” Acrescentou também que seu marido estará “ajudando a equipe de todas as formas que puder. ”
As doações seriam usadas para pagar “transporte, incluindo voos, ônibus e barcos, alimentação e hospedagem em hotel”, escreveu ela. A professora teria recebido um total de US$ 140 (aproximadamente R$750) através de seis doações, variando de US$ 5 a US$ 50.
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