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Panorama: Meta nega interferência nas eleições brasileiras

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Poder360 16 de outubro de 2026 às 21:37
Via Poder360
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Empresa afirmou que falhas técnicas atingiram a campanha de Lula, mas disse que problemas também afetaram outros candidatos

--> copiar link --> Empresa também voltou a criticar o arcabouço regulatório de redes sociais no Brasil Divulgacão/ Meta PODER360 16.out.2026 (sexta-feira) - 18h37 Priorize o Poder no Google A Meta (dona do Facebook , Instagram e WhatsApp ) divulgou nesta 6ª feira (16.out.2026) uma nota oficial na qual nega ter interferido ou favorecido candidatos nas eleições gerais de 2026 do Brasil, mas admite que falhas técnicas temporárias atingiram a campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Eis a íntegra (PDF – 152 kB).

Segundo a Meta, os problemas afetaram candidatos de diferentes correntes políticas e anunciantes em todo o mundo. A manifestação da empresa ocorre em resposta a críticas de internautas por viés ideológico e à ação judicial movida pela coligação de Lula .

A Meta lamentou o processo, que classificou como uma “narrativa política” baseada na “combinação de problemas técnicos sem relação entre si” .

A empresa detalhou a origem técnica de cada episódio citado pela campanha de Lula e apresentou defesa ao Tribunal Superior Eleitoral :

A Meta sustentou que cerca de 70% das intervenções e restrições aplicadas sobre as contas de Lula nas plataformas decorreram de decisões do próprio TSE. As demais ações envolveram restrições legais previstas na legislação eleitoral, como a proibição de uso de IA no período de silêncio eleitoral .

Na defesa entregue à Justiça Eleitoral, a empresa citou trecho do parecer recente do TSE que não encontrou evidências de manipulação deliberada nos algoritmos para favorecer ou prejudicar candidaturas.

A Meta também voltou a criticar o arcabouço regulatório de redes sociais no Brasil, afirmando que a ampliação da responsabilidade sobre conteúdos de terceiros em vigor desde 2025 aumenta o risco de “aplicação excessiva” e remoções indevidas.

#Política
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