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Panorama: CNC Tech Day 2026 prepara empresários do comércio para a nova economia

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 30 de outubro de 2026 às 09:00
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Panorama: CNC Tech Day 2026 prepara empresários do comércio para a nova economia
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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00 “Inovar é mais do que acompanhar tendências. É transformar desafios em soluções, fortalecer a competitividade e criar, hoje, as condições para avançarmos no futuro. O CNC Tech Day foi concebido para conectar empresários, especialistas e líderes da tecnologia em torno de um objetivo comum: preparar o comércio de bens, serviços e turismo para os desafios da nova economia.” Com essas palavras, o presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, em formato holográfico, abriu a segunda edição do Tech Day no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro.

Promovido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), o Tech Day reuniu no dia 14 de outubro especialistas e executivos de gigantes da tecnologia, como Amazon, Google Cloud, Microsoft, Meta, Mercado Livre, Stone, Uber e iFood, para discutir as transformações que estão redefinindo os negócios, as relações de consumo e o futuro do trabalho.

Durante o encontro, Tadros enfatizou ainda a atuação integrada da CNC, do Sesc e do Senac para apoiar a modernização das empresas e a qualificação profissional. Segundo ele, o Tech Day reforça o compromisso do Sistema Comércio com a construção de oportunidades e o fortalecimento do ambiente de negócios.

A diretora de Inovação e Tecnologia da Informação da CNC, Rafaela do Rio, destacou que o evento se consolidou como um espaço de diálogo entre o setor produtivo e as empresas que lideram a transformação tecnológica no mundo.

O Tech Day foi idealizado para aproximar o Sistema CNC-Sesc-Senac, empresários e profissionais das empresas que estão liderando as transformações tecnológicas no mundo. Nosso objetivo é promover conhecimento, conexões e discussões que contribuam para a competitividade do comércio de bens, serviços e turismo.

Divulgação Assinado pelo presidente do Sistema CNC-Sesc-Senac, José Roberto Tadros, e pelo head of Enterprise Sales Latam do Google Cloud, Luiz Ávila, o acordo cria um ambiente de cooperação para o compartilhamento de conhecimento e o desenvolvimento de iniciativas de inovação e modernização tecnológica Um dos destaques da edição de 2026 foi a assinatura do Termo de Cooperação entre CNC, Sesc, Senac e Google Cloud. A parceria estabelece agenda conjunta para promover qualificação profissional, inovação, transformação digital e inclusão social no comércio de bens, serviços e turismo.

A colaboração contempla áreas estratégicas como educação, inteligência artificial, segurança digital, saúde e produtividade, com foco no aprimoramento de processos, na ampliação de competências profissionais e na disseminação de soluções que contribuam para o desenvolvimento do setor.

Poucos eventos oferecem a oportunidade de reunir, em um mesmo ambiente, lideranças que estão ajudando a moldar o futuro da economia digital, da inteligência artificial, da inovação e das relações de consumo em todo o mundo. Este encontro é especialmente significativo para o Sistema CNC-Sesc-Senac pela assinatura do acordo de cooperação com o Google Cloud que formalizamos hoje.

O presidente ressaltou ainda que a iniciativa cria uma agenda de trabalho voltada ao compartilhamento de conhecimento, à qualificação profissional e ao fortalecimento da capacidade de inovação do comércio brasileiro.

Sai a atividade humana, entra a inteligência artificial. Essa foi a primeira percepção com a chegada da IA, mas a palestra de Augusto Lins, fundador e Senior Advisor da Stone, veio para questionar esse paradigma.

O palestrante destacou as mudanças no comportamento do consumidor, cada vez mais conectado a experiências rápidas que vão do analógico ao virtual. A IA modificou a jornada de compra e a experiência do usuário, conhecida como UX.

Tudo isso começou com a pandemia, quando tivemos que aprender a comprar sem sair de casa, e isso acelerou a digitalização dos negócios.

Lins mostrou que, para acompanhar essa transformação, as empresas precisam adaptar as estratégias para garantir que as marcas sejam encontradas e ofereçam informações claras e acessíveis também a esses sistemas.

Para o palestrante, é preciso estar “atento à necessidade dos usuários, porque os processos de compra estão mudando de forma muito acelerada, e isso amplia as dores do cliente”.

As modificações na forma de compra também se associam à própria história da Stone. Fundada em 2014, o mercado de pagamento carecia de transparência e agilidade para os vendedores que utilizavam máquinas de cartão de crédito de custo elevado. “Nós enxergamos ali uma oportunidade e um propósito para o nosso negócio”, afirmou o fundador.

Foi assim que a Stone foi criada, desenvolvendo o serviço em uma conversa direta com o usuário para atender às dores do cliente.

O letramento digital pode ser uma etapa essencial para a consolidação desses avanços no comércio nacional. Lins citou o papel do Sesc e do Senac nessa frente, atuando como importantes agentes de democratização do conhecimento no país. “Inteligência artificial é uma questão de soberania nacional. Aumentar o letramento dos usuários, das empresas e formar mão de obra qualificada é o que vai permitir que o Brasil desenvolva tecnologia de ponta.”

Ao abordar a UX, o executivo enfatizou que a aplicação da IA deve partir de problemas concretos, como o tempo de espera por atendimento, por uma resposta ou pela resolução de uma demanda. A proposta é identificar essas dificuldades, testar soluções em escala controlada e medir os resultados antes de expandir para todos os usuários.

A tecnologia evolui todo dia, mas o que faz diferença para o cliente é a forma como o tratamos e como apresentamos essas novidades com segurança.

É com base nessa qualificação que as empresas terão espaços para tomar riscos e inovar, em um mercado que cada vez mais exige mudanças rápidas nos negócios.

Silvia Penna, diretora-geral da Uber no Brasil, destacou como a inovação aplicada às necessidades cotidianas amplia a mobilidade, cria oportunidades de renda e impulsiona a economia.

A inovação nem sempre está à vista. Muitas vezes, ela se manifesta na solução de problemas cotidianos, facilitando tarefas e ampliando possibilidades sem que as pessoas percebam a tecnologia por trás delas. Essa foi uma das principais mensagens de Silvia Penna, diretora-geral da Uber no Brasil, durante palestra no Tech Day 2026.

Com formação em Engenharia Civil, Silvia enfatizou a importância de transformar ideias em soluções concretas, capazes de atender às necessidades dos usuários e ganhar escala.

Ao recordar o início das operações da Uber no Brasil, a executiva citou os 500 motoristas e os 25 mil usuários registrados no primeiro mês. A trajetória da empresa, segundo ela, demonstra como uma proposta inovadora pode crescer a partir da execução.

Atualmente, mais de 140 milhões de brasileiros já utilizaram a plataforma enquanto mais de 5 milhões de pessoas geraram renda por meio do aplicativo. No país, foram feitas 17 bilhões de viagens, com R$ 225 bilhões repassados aos parceiros da empresa.

O que brilha meus olhos é o impacto que a Uber gera na vida de milhões de brasileiros. É uma responsabilidade muito grande pensar que a gente desenvolve cada dia mais inovações, produtos, ideias que impactam a vida de tantas pessoas, pela mobilidade e pela geração de renda.

Para Penna, a mobilidade vai além do deslocamento entre dois pontos: ela permite que as pessoas acessem oportunidades de trabalho, educação e participação na vida econômica. “A gente vê milhões de mulheres que não queriam trabalhar à noite, não queriam estudar à noite e que descobriram que com essa complementariedade do transporte urbano poderiam, sim, se movimentar.”

Qual o papel da criatividade em tempos de produção rápida e instantânea com IA? Produzir imagens, identidade visual e até músicas é tarefa que, hoje, pode ser resolvida com um prompt simples. Para o Google Cloud, a inteligência artificial é só o pontapé inicial de uma ideia, e não o produto final. Luiz Ávila, Head of Enterprise Sales Latam do Google Cloud, trouxe esse tema.

Durante a apresentação, o executivo defendeu que o avanço da tecnologia exige uma nova forma de compreender o papel humano no trabalho e nos negócios. Embora a IA possa superar as pessoas em tarefas de cálculo, análise e execução de atividades, características como imaginação, empatia e capacidade de formular novas perguntas continuam sendo diferenciais importantes.

A inteligência artificial generativa pode reduzir o esforço necessário para iniciar tarefas criativas, produzindo rapidamente rascunhos, campanhas de marketing e outros conteúdos. Com a chegada dos agentes autônomos, essa capacidade avança da geração de respostas para a execução de tarefas, permitindo que as equipes se dediquem mais à estratégia e ao relacionamento com os clientes.

No varejo e no setor de serviços, por exemplo, esses agentes podem auxiliar no monitoramento de estoques, na adaptação de preços, na criação de campanhas e na preparação de propostas comerciais. “A automação de agentes pode fazer com que, por exemplo, em um dia de chuva, eu possa analisar automaticamente quais produtos vendem mais em dias como esse e potencializar os resultados do meu negócio.”

Nesse novo cenário, a competência técnica e operacional tende a deixar de ser um diferencial exclusivo, enquanto o julgamento crítico, a visão de negócio e a capacidade de oferecer experiências diferenciadas ganham importância. A tecnologia também amplia o acesso a ferramentas sofisticadas, permitindo que empresas menores utilizem recursos antes restritos a organizações com maior capacidade de investimento.

Essas modificações também impactaram a estrutura de cargos e hierarquias dentro das empresas. A inteligência artificial fez com que funcionários com menos experiência se desenvolvessem mais rápido. De acordo com o executivo, esse efeito “é chamado de efeito nivelador, porque aproximou ainda mais cargos juniores e seniores. Isso é positivo para as empresas, uma vez que quebra barreiras para quem está começando a carreira”.

A abertura da rodada de palestras do Tech Day 2026 foi iniciada pelo diretor de Categorias de Varejo da Amazon, Ricardo Perez. Sob o tema “Amazon: inovação e tecnologia transformando o varejo”, o representante da gigante norte-americana apresentou ao público o objetivo de aprimorar a evolução comportamental entre empresas e consumidores com base no uso estratégico de dados.

Fundada com o objetivo de ser tão diversa quanto a biodiversidade do Rio Amazonas, a Amazon completa, em 2026, 15 anos de atuação em território brasileiro. A empresa tem o Brasil como o mercado de maior investimento, com mais de R$ 75 bilhões injetados desde o início dos trabalhos no país, sendo R$ 19 bilhões apenas nos dois últimos anos. Essa verba é destinada principalmente a setores estratégicos para a empresa, como questões logísticas, velocidade de entrega e portfólio.

São mais de 55 mil pessoas empregadas pela empresa, direta e indiretamente, e mais de 100 mil vendedores parceiros (99% MPMEs) são fundamentais para o crescimento da Amazon no Brasil.

A empresa tem como um dos principais objetivos a busca por equilibrar o aspecto humano com o tecnológico. Esse foco passa por posicionar a empresa como a mais centrada no cliente do mundo enquanto usa também a inteligência artificial de forma extensiva para resolver as principais demandas dos usuários.

Pode-se listar como exemplo os programas “Mais por Menos”, que proporciona descontos progressivos aos clientes, e o “Programe e Poupe”, o maior programa de fidelização da empresa que oferece melhores preços em produtos comprados com frequência.

A IA amplia as possibilidades de crescimento das empresas, mas não substitui o conhecimento necessário para tomar decisões estratégicas. Esse foi um dos principais pontos da palestra “Como Performar Mais?”, ministrada por João Kepler, CEO da Equity Group e CVO da Bossainvest.

Kepler destacou os desafios enfrentados pelos empresários para melhorar resultados, identificar falhas na gestão e adaptar os negócios às transformações tecnológicas.

O CEO também chamou a atenção para os pontos cegos que comprometem o desempenho das empresas, como a insistência em estratégias que não funcionam, a dificuldade de abandonar práticas antigas, a precificação inadequada e a falta de planejamento de longo prazo.

Para o palestrante, o primeiro passo para superar esses obstáculos é desenvolver conhecimento e clareza sobre o próprio negócio.

Nenhuma tecnologia pensa por você. Ela potencializa o que você tem. Se você tem clareza, ela acelera. Se você está confuso, ela amplifica a confusão.

O empresário destacou ainda a importância da educação para que os empreendedores utilizem melhor as ferramentas disponíveis e façam perguntas mais estratégicas.

Entre os obstáculos destacados por Kepler está a insistência em modelos de negócio que já não apresentam resultados. Ele alertou para o risco de gastar tempo e recursos tentando recuperar estratégias que precisam ser substituídas.

Outro ponto é a confusão entre estar ocupado e ser produtivo. Na avaliação do palestrante, a rotina de urgências e a pressão por resultados imediatos podem impedir que o empresário identifique gargalos, organize processos e desenvolva uma visão de longo prazo.

A precificação também foi apontada como um desafio. Segundo Kepler, decisões baseadas no medo, na comparação com concorrentes ou em estimativas imprecisas podem comprometer a rentabilidade. Para ele, é necessário considerar custos reais, margem, impostos, comissões e valor percebido pelo cliente. “Venda sem lucro não é crescimento.”

Para identificar esses problemas, Kepler recomendou que os empresários se afastem da rotina operacional e analisem o negócio de forma mais ampla. Entre as questões que precisam ser examinadas estão os pontos em que o dinheiro entra e sai, as atividades que dependem exclusivamente da presença do dono, os erros repetidos ao longo dos anos e a qualidade das informações recebidas para orientar decisões.

Compreender os ciclos de transformação tecnológica e desenvolver capacidade para reagir a mudanças cada vez mais rápidas são desafios centrais para as empresas que desejam permanecer competitivas. Esse foi o ponto de partida da palestra de Diego Barreto, presidente do iFood.

Com o tema “Tecnologia e dados na transformação dos negócios e construção de uma nova economia”, o executivo apresentou reflexões sobre a evolução das tecnologias, os impactos na sociedade e a necessidade de adaptar modelos de gestão para aproveitar oportunidades.

Após mais de 10 anos de construção do negócio, Barreto compartilhou aspectos da trajetória do iFood e da cultura organizacional, destacando a importância de combinar visão estratégica, agilidade e disciplina na execução.

Para explicar como as tecnologias transformam a economia, Barreto recorreu às ideias de Nikolai Kondratiev e Joseph Schumpeter, além dos estudos de Carlota Pérez sobre as revoluções tecnológicas. A perspectiva apresentada considera que as grandes mudanças não acontecem de maneira linear: elas passam por etapas de desenvolvimento, expansão, transformação e maturidade.

Quanto mais a gente conseguir enxergar a criação de uma tecnologia capaz de mudar a forma como a gente trabalha, como a gente se relaciona, como a gente vive, mais progresso a gente gera.

Com base no modelo de Carlota Pérez, o executivo descreveu cinco momentos dos ciclos tecnológicos: surgimento, frenesi, ponto de virada, sinergia e maturidade. No início, uma nova tecnologia começa a ganhar forma e atrair interesse. Em seguida, o entusiasmo e os investimentos podem crescer rapidamente, criando condições para bolhas financeiras.

O ponto de virada marca uma transformação mais profunda da sociedade enquanto a fase de sinergia corresponde à disseminação dos benefícios da inovação.

Na avaliação do executivo, compreender esse movimento é fundamental para a liderança empresarial. As organizações precisam identificar em que momento do ciclo estão e se preparar para transformações que podem alterar mercados, processos produtivos e modelos de negócio.

Dentre as gigantes do comércio nacional e internacional incluídas na programação do Tech Day 2026, o Mercado Livre é uma das marcas mais conhecidas entre os brasileiros. A empresa, representada por Luiz Augusto Vergueiro, diretor sênior de Operações Logísticas, esteve presente no evento em palestra intitulada “A logística do Mercado Livre como pilar na democratização do comércio braisleiro”.

Desde o início, em 1999, na Argentina, a empresa busca inovações tecnológicas para aprimorar os serviços de entregas e logística. Hoje, a companhia atua em 18 países da América Latina, tendo banco digital e serviço de entrega próprios.

A estratégia desenvolvida pelo Mercado Livre conferiu à empresa ter a rede logística mais rápida da América Latina, abrangendo quase integralmente os serviços de entrega da empresa. “Em 6 anos, saímos de uma rede de entregas, a Meli Net, que operava em 20% para 96%, com um simples objetivo: resolver o problema de tempo para o consumidor”, enfatizou Vergueiro. “Com isso, a gente sai também de 20% de entregas sendo feitas em até 48h para 77%.”

O Mercado Livre é um exemplo preciso de como a tecnologia e logística podem alavancar o comércio em diversos aspectos. A robótica é um pilar do trabalho da empresa hoje, com 334 exemplares utilizados nos processos logísticos da empresa e 20 mil itens processados por dia.

No setor de transportes, a empresa vem investindo em veículos de baixo impacto ambiental, tendo a maior frota de baixo carbono entre os e-commerces da América Latina. A companhia busca ser mais comedida no uso de embalagens, preservando o embrulho original a fim de não fomentar a produção de resíduos e ampliar a defesa por uma economia mais sustentável.

O comércio físico e online andam juntos. Devemos continuar consolidando os espaços para que os pequenos, médios e grandes usem o caminho da digitalização para que seus negócios cresçam e o país se desenvolva.

Ao encerrar o evento, Guilherme Araújo reforçou a importância da colaboração entre empresas, entidades e instituições de ensino para ampliar os benefícios da transformação digital.

“Ao final, quando a gente olha o que está tentando fazer junto com a CNC, o Sesc e o Senac, vemos três grandes elementos: tecnologia em escala, capacitação em escala e colaboração em escala para conseguir impactar não somente empresas, mas todo o povo brasileiro”, ponderou.

A ideia não é falar como a IA vai transformar o nosso trabalho ou como ela vai nos tornar mais produtivos, mas como nós vamos usar a IA para transformar o nosso trabalho em algo capaz de tornar o Brasil mais competitivo.

Apresentado durante o evento pelo palestrante João Kepler, o Performe Mais é uma plataforma estratégica voltada ao fortalecimento das empresas do setor de comércio de bens, serviços e turismo, integrando o ecossistema das Federações e Sindicatos empresariais. Por meio de uma assinatura anual acessível, a iniciativa conecta micro, pequenos e médios empresários a um ecossistema de soluções práticas, capacitação e benefícios comerciais diretos.

Na plataforma, os assinantes garantem acesso a condições e descontos exclusivos junto a parceiros de tecnologia, meios de pagamento e vendas — como InfinitePay, Papo.ai, Vendoor e Cartão de Todos —, além de cursos de qualificação com certificação. O portal disponibiliza também uma central de recursos com e-books, modelos práticos no Kit do Empresário.

Com estruturas personalizadas para as Federações e Sindicatos de cada estado, o projeto aproxima a representação institucional da rotina do empresariado local. Dessa forma, o Performe Mais transforma a atuação do sistema sindical em entregas concretas de valor, promovendo inovação e ganho de eficiência operacional para os negócios atendidos.

#Belém#Economia#Negócios
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