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Panorama: Boulos é criticado por não citar a esquerda ao falar do ICMS do diesel

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 2 de novembro de 2026 às 02:37
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Panorama: Boulos é criticado por não citar a esquerda ao falar do ICMS do diesel
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Ministro criticou Tarcísio por aumento do imposto, mas não citou que medida foi aprovada em conjunto com Estados administrados pela esquerda

> copiar link --> Na imagem, o ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (Psol) Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil – 25.nov.2025 PODER360 1.nov.2026 (domingo) - 23h37 Priorize o Poder no Google O ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Guilherme Boulos (Psol), foi criticado neste domingo (1º.nov.2026) por aliados do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), por responsabilizá-lo pelo reajuste do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) sobre o diesel. Afirmam que Boulos omitiu a participação de governos de esquerda na aprovação da medida, decidida conjuntamente pelos Estados.

O deputado federal eleito Guilherme Piai (Republicanos-SP) afirmou que o ministro está “ disseminando fake news ”.

Para o deputado estadual eleito Danilo Campetti (Republicanos-SP), o ministro está “ jogando a culpa no Tarcísio ” por uma decisão coletiva. Em vídeo divulgado nas redes sociais, o político lembrou que o reajuste do imposto de R$ 1,17 para R$ 1,30 por litro também teve a participação de representantes de Estados governados por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“ Essa decisão envolveu representantes de todos os Estados, inclusive Bahia, Ceará e Piauí, governados pelo PT e aliados de Lula ”, informou.

O Confaz (Conselho Nacional de Política Fazendária), presidido pelo ministro da Fazenda, Dario Durigan, aprovou na 3ª feira (27.out) um novo aumento do ICMS sobre combustíveis. O colegiado é formado por secretários de Fazenda, Finanças ou Tributação dos 26 Estados e do Distrito Federal. As mudanças valem a partir de fevereiro de 2027.

O Confaz considerou o “ cenário de instabilidade mundial dos preços dos derivados de petróleo ”. Leia a íntegra do despacho (PDF – 135 kB).

O deputado estadual Tomé Abduch (Republicanos-SP) declarou a dizer que “o preço segue uma fórmula escrita”.

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