Panorama: Barros explica por que goleiro João Carlos foi substituído no intervalo e rebate ofensas de torcedores do Cuiabá
Em entrevista coletiva, o treinador também falou sobre a discussão com torcedores nas arquibancadas e a atuação da arbitragem de Andre Luiz Skettino.
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Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisO técnico Eduardo Barros comentou a substituição do goleiro João Carlos no intervalo da derrota do Cuiabá por 2 a 1 para o Juventude, na Arena Pantanal, pela Série B do Campeonato Brasileiro.
Em entrevista coletiva, o treinador também falou sobre a discussão com torcedores nas arquibancadas e a atuação da arbitragem de Andre Luiz Skettino.
Eu não me dirigi ao torcedor cuiabanista, eu me dirigi especificamente a torcedores que ofenderam a minha mãe, que não está mais nem conforme apuração dos redatores da Empire Cidades para poder se defender. Então eu, filho que vou honrá-la durante todos os dias da minha vida, a ofensa que eu recebi ninguém vai ter o direito de fazer. Pode me chamar de burro, pode sugerir escalação. Isso se repetiu ao longo de toda a temporada. Então entendi que era um dia de me posicionar - explicou o treinador.
Em relação ao João Carlos, foram duas questões. Uma questão de ordem técnica e outra questão de ordem disciplinar, que foi conduzida no intervalo.
Eu tenho uma expulsão na minha carreira em mais de 100 jogos como treinador, foi esse árbitro que me expulsou. Eu respirei para não ser expulso pela segunda vez, porque a condução do primeiro tempo, repito, foi vergonhosa, foi vexatória.
O treinador questionou os sete minutos de acréscimo concedidos no primeiro tempo. No intervalo, houve ainda um princípio de confusão entre integrantes das comissões técnicas na zona mista. Barros afirmou que viu apenas um tumulto e seguiu para o vestiário.
Ao concluir a crítica, o treinador fez uma avaliação sobre a atuação do árbitro na etapa inicial.
''A arbitragem do senhor André Luiz Esquetino fica registrada como a pior arbitragem no primeiro tempo, a pior que eu já presenciei em toda a minha carreira como treinador profissional''
O comandante também falou sobre a utilização de jogadores formados nas categorias de base. Ao comparar a estrutura do clube com a de adversários da Série B, citou as diferenças de investimento.
O torcedor precisa abraçar o que é o projeto do Cuiabá. É gigantesco e difícil de colocar em prática. O rival tira o Safira (Alisson), que estava aqui no ano passado e recebeu uma baita oferta, e coloca o Allan Kardec. A gente tira um jovem sub-23, que é o Mansano, e coloca um jovem sub-20. Na lateral esquerda, nós temos o Lorenzo, enquanto o Juventude tem o Diogo Barbosa, campeão da Libertadores pelo Palmeiras e pelo Fluminense. Então, existe uma distância significativa neste momento.
O Cuiabá chegou a seis partidas consecutivas sem vencer no Campeonato Brasileiro, sendo cinco derrotas e um empate. Nesse período, o time marcou dois gols e sofreu sete. A equipe permanece na 13ª colocação, com 47 pontos.
O Cuiabá encerra a participação na Série B no sábado, contra o Atlético-GO, às 15h30 (De MT), pela última rodada da competição.
Antes disso, o time disputa a final da Copa FMF contra o Chapada, na terça-feira, às 20h30, na Arena Pantanal. O título garante vaga na Copa do Brasil de 2027.
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