Panorama: A grande trapalhada
Uma série de erros dos ministros envolvidos levou à maior indefinição eleitoral da História do Brasil, em pleno século 21.

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Consulte formatos e valores disponíveisO Judiciário do Brasil mais uma vez se meteu na eleição e piorou a situação. Uma série de erros dos ministros envolvidos levou à maior indefinição eleitoral da História do Brasil, em pleno século 21. Presidente do TSE, o ministro Kassio Nunes Marques já sabia desde 13h30 de relatos e reclamações do PT sobre a suposta falta de ônibus nas ruas de Salvador e São Paulo. E nada, nada fez. O PT recorreu ao STF, onde o presidente Edson Fachin segurou por mais de uma hora até o “sorteio” – que até hoje ninguém sabe como funciona – foi feito e a relatoria dos pedidos do PT para prorrogação do horário de votação caiu na mesa do ministro Cristiano Zanin, ex-advogado do partido e apadrinhado por Lula da Silva na Corte. Zanin tomou a decisão de prorrogar até 19h o horário de votação, quando milhares de urnas e cartões já estavam lacrados. A crise que começou ontem pode se esticar hoje, e piorar, caso o PT proponha um 3º turno ou até a anulação dessa votação.
A ausência de atitude do presidente Nunes Marques, do TSE, sobre a questão da suposta falta de ônibus nas ruas de capitais lembra bem o seu perfil. Até os 20 anos, ele era apontador de carrinho de mão em canteiro de obras na Bahia e Piauí. Um ex-patrão confidenciou à Coluna que ele sempre foi um pouco... lento....
Como está a segurança do Brasil e a “falta de civilidade” nas ruas (como tem repetido o ex-ministro e advogado Luís Roberto Barroso: o ministro do STF André Mendonça apareceu cercado por seis agentes federais como seguranças no local de votação ontem, em Brasília. Que medo é esse?
Por incompetência ou medo de alguam retaliação – nos dois casos, erros crassos – os institutos de pesquisas não mensuraram o fator Janja da Silva na vida do eleitor brasileiro. A pergunta seria simples: você acha que a primeira-dama se expõe muito e atrapalha o presidente? As respostas mostrariam muito do porquê de Lula perder votos.
Se o fim da escala 6x1 preocupa o patronato, o estudo “Impactos econômicos e redistributivos da redução da jornada de trabalho no Brasil”, dos economistas Vicente Heinen e Fabio Freitas, da UFRJ, aponta que a medida pode elevar o PIB do País em 0,2% e gerar até 1,4 milhão de empregos formais. E beneficiaria diretamente cerca de 21 milhões de trabalhadores. O desafio é: de onde o patrão vai tirar dinheiro extra para isso, e onde encontrará funcionário capacitado num país que tem falta de profissionais?
A Ong mineira Kids Salvation, que realiza missões médicas humanitárias anuais em Angola desde 2020, concluiu a expedição de 2026, em Lubango. Neste ano, foram 41 cirurgias, sendo 14 plásticas reconstrutoras, 13 bucomaxilofaciais, três para tumores de mama e 11 para lesões de pele em pacientes albinos. Foram mais de 200 atendimentos odontológicos, 100 dermatológicos, 100 clínicos e 20 de ginecologia e mastologia.
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