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pai e madrasta viram réus pela morte de menino agredido até a morte no TO — Caso Gustavo

O crime aconteceu no dia 2 de agosto de 2026, na casa de Igor, pai da vítima.

Por Redatores da Empire Cidades 23 de outubro de 2026 às 22:08
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pai e madrasta viram réus pela morte de menino agredido até a morte no TO — Caso Gustavo
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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O advogado Igor Veloso de Sousa e Kathellen Moreira da Silva se tornaram réus no processo sobre a morte do menino Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos. O crime aconteceu no dia 2 de agosto de 2026, na casa de Igor, pai da vítima. A criança foi encontrada com marcas de agressões físicas e sinais de violência sexual. Os acusados estão presos no Tocantins desde o dia 6 de agosto.

O g1 solicitou posicionamento à defesa dos réus, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.

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Igor Veloso de Sousa é acusado pelos crimes de vicaricídio, estupro de vulnerável, tortura e fraude processual. Kathellen Moreira da Silva responde por vicaricídio, figurando por omissão perante as agressões praticadas contra o enteado, e fraude processual.

As investigações do crime foram encerradas no final de setembro, quando o casal foi indiciado pela morte da criança. O Ministério Público do Tocantins (MPTO) apresentou a denúncia solicitando que o advogado e a madrasta sejam levados a julgamento pelo Tribunal do Júri, além do pagamento de indenização de R$ 100 mil para reparação de danos à família da vítima.

#Notícias#Polícia#Justiça
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