Mulher espancada em Barreirinha falece após mais de duas semanas internada em Manaus
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Consulte formatos e valores disponíveisDalva Dutra Dias, de 35 anos, permaneceu internada por mais de duas semanas após sofrer agressões dentro de casa; Polícia Civil investiga o caso como feminicídio
BARREIRINHA (AM) – Dalva Dutra Dias, de 35 anos, morreu na quinta-feira (29), em uma unidade hospitalar de Manaus, após permanecer internada por mais de duas semanas em decorrência de agressões físicas sofridas no município de Barreirinha, localizado a 331 quilômetros da capital amazonense. O ex-companheiro da vítima é apontado como principal suspeito do crime, investigado pela Polícia Civil do Amazonas (PC-AM) como feminicídio.
De acordo com informações registradas em boletim de ocorrência na Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), as agressões aconteceram no dia 8 de outubro, dentro da residência de Dalva, situada na Travessa Pedras, bairro Santa Luzia, em Barreirinha.
As circunstâncias do ataque ainda são apuradas pelas autoridades policiais.
Após o episódio de violência, Dalva recebeu os primeiros atendimentos médicos em uma unidade hospitalar de Barreirinha.
Devido à gravidade das lesões provocadas pelo espancamento e à necessidade de atendimento especializado, ela foi transferida para Manaus.
Na capital, a mulher permaneceu internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), onde recebeu acompanhamento médico.
Apesar dos procedimentos realizados pela equipe de saúde, Dalva não resistiu às complicações decorrentes dos ferimentos e teve a morte confirmada no dia 29 de outubro.
Conforme as informações iniciais da investigação, o ex-companheiro da vítima é apontado como o principal suspeito de ter praticado as agressões que resultaram na morte de Dalva.
A Polícia Civil investiga o caso como feminicídio, crime caracterizado pelo assassinato de uma mulher por razões relacionadas à condição do sexo feminino, incluindo situações de violência doméstica e familiar.
Até a divulgação das informações, não havia confirmação oficial sobre a localização do suspeito, eventual prisão ou medidas judiciais adotadas contra ele.
O caso segue sob investigação para esclarecer a dinâmica das agressões, reunir provas e estabelecer as responsabilidades criminais.
Os registros médicos, depoimentos e demais elementos obtidos durante a apuração poderão contribuir para a conclusão do inquérito policial.
A morte de Dalva ocorreu 21 dias após a data informada para as agressões.
Novas informações sobre o andamento das investigações e a situação do suspeito poderão ser divulgadas pelas autoridades responsáveis pelo caso.
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