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Major do CBMDF que perdeu a vida 7 dias após descobrir leucemia será velado sábado

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 30 de outubro de 2026 às 18:00
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Major do CBMDF que perdeu a vida 7 dias após descobrir leucemia será velado sábado
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Material cedido conforme apuração dos redatores da Empire Cidades Familiares e amigos se despedem do major da reserva do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal ( CBMDF ) João Gilberto Silva Cavalcanti de 60 anos neste sábado (31/10), no Cemitério Campo da Esperança da Asa Sul. O militar morreu na madrugada desta sexta-feira (30/10), após descobrir uma leucemia em estágio avançado há apenas uma semana.

De acordo com as informações repassadas pela família conforme apuração dos redatores da Empire Cidades, o velório será realizado na Capelania Militar do CBMDF, no Setor Policial, das 11h às 15h. Após a cerimônia, o corpo seguira em cortejo até o cemitério, onde o sepultamento está marcada para as 15h30.

O veterano era coordenador do Programa de Cães de Assistência do CBMDF e teve um papel importante na implantação e no desenvolvimento de projetos voltados ao treinamento de cães, especialmente na retomada do programa Cão-Guia, destinado a auxiliar pessoas com deficiência visual e Transtorno do Espectro Autista (TEA).

A sobrinha do militar, Stephanie Cavalcanti, de 33 anos, contou que o tio procurou atendimento médico após perceber manchas pelo corpo e sangue na urina. No hospital, recebeu o diagnóstico de leucemia em estágio avançado e ficou internado.

O militar chegou a passar pela primeira sessão de quimioterapia durante o fim de semana. No entanto, na noite de terça-feira (27/10), sofreu um acidente vascular cerebral (AVC), entrou em coma e teve a morte encefálica constatada na madrugada desta sexta-feira.

Ao longo da carreira, João Gilberto também integrou a Força Nacional e participou de missões em diferentes regiões do Brasil e no exterior. Mesmo após a aposentadoria, continuou se dedicando a projetos sociais e à formação de cães-guia

“Ele foi um ser humano de coração enorme, que dedicou muitos anos da vida dele para salvar vidas. Mesmo depois de se aposentar, continuou fazendo a diferença, coordenando projetos que transformam vidas e levam esperança para muitas pessoas com deficiência visual”, declarou Stephanie.

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