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“Incompreensível o comportamento” — Aécio critica Flávio após fuga e carta

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 29 de outubro de 2026 às 01:14
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“Incompreensível o comportamento” — Aécio critica Flávio após fuga e carta
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Valter Campanato/Agência Brasil O presidente nacional do PSDB e deputado federal, Aécio Neves, criticou nesta quarta-feira (28/10) a decisão de Flávio Bolsonaro (PL) de deixar o Brasil após a derrota na eleição presidencial.

Em carta divulgada do exterior, o senador contestou o resultado do pleito, se autodeclarou presidente eleito e afirmou que pretende liderar a oposição brasileira à distância. Aécio classificou a postura de Flávio como “incompreensível” e defendeu que a oposição seja exercida em território nacional, com respeito às instituições e ao processo eleitoral.

“É incompreensível o comportamento do candidato derrotado à Presidência da República. O exercício da oposição numa democracia é tão relevante quanto o exercício dos próprios governos. E ele deve se dar em território nacional, fiscalizando os atos do governo e cobrando os compromissos por ele assumidos com a população”, disse o tucano.

Na manifestação, Aécio também afirmou que o PSDB fará uma oposição “qualificada, firme e dura”, mas que terá como princípios o respeito à democracia e à soberania popular.

O deputado afirmou ainda que o governo de Lula receberá uma “herança maldita”, que, segundo ele, foi criada em boa parte pelo próprio governo durante as eleições. Apesar da crítica, o dirigente ressaltou que a atuação política deve seguir as regras democráticas.

Com respeito às instituições e ao processo eleitoral. E é o que nós, do PSDB, faremos: uma oposição qualificada, firme e dura como sempre fizemos, mas tendo como princípios fundamentais o respeito à democracia e à soberania popular”, declarou.

O PSDB decidiu não apoiar formalmente nenhum dos candidatos no segundo turno e liberou seus diretórios regionais para se posicionarem. A eleição presidencial terminou com a vitória de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sobre Flávio Bolsonaro (PL), por 51,79% a 48,21% dos votos válidos.

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