hospital de SP já foi condenado por morte de menina de 4 anos — Bebês mortos
Decisão é de segunda instância e cabe recurso

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisReprodução São Paulo — O Hospital Salvalus , na zona leste de São Paulo, alvo de um inquérito policial após série de mortes de bebês sob suspeita de infecção, já foi condenado na Justiça a indenizar um casal pela morte da filha deles, de 4 anos de idade . A criança morreu de choque séptico em outubro de 2024, assim como diversas outras que faleceram ao longo deste ano na unidade, conforme mostrou o Metrópoles .
O Salvalus foi condenado, em primeira instância, a indenizar os pais da menina em R$ 120 mil para cada um, além de reembolsar os gastos com funeral e o pagamento de pensão mensal no valor de dois terços do salário mínimo pelo período compreendido entre os 14 e os 25 anos de idade da menor.
O hospital recorreu, mas a sentença foi mantida em segundo grau, conforme decisão de 18 de setembro da 10ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP). Ainda cabe recurso.
Foram condenados de forma solidária o Hospital Salvalus, onde a menina morreu, o Hospital Bosque da Saúde, de onde ela havia sido transferida, e a Hapvida NotreDame Intermédica S.A., operadora do plano de saúde.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles SP Justiça apontou erro médico e defeito na prestação do serviço O Juízo de primeiro grau concluiu que ficou demonstrado o erro médico do caso – principalmente, porque os réus não apresentaram prova contrária ao laudo pericial, apenas pediram mais detalhes do que havia sido apontado.
O perito indicou que houve manejo inadequado da paciente, considerada de alto risco, demora no encaminhamento cirúrgico, atraso em exames diagnósticos, inconsistências medicamentosas e atraso na liberação de resultados laboratoriais.
Segundo a perícia, as irregularidades que levaram à criança a morte envolveram profissionais das áreas médica, de enfermagem, administrativa e de laboratório .
Tanto em primeiro como em segundo grau, a Hapvida NotreDame Intermédica S.A. argumentou que cobriu integralmente suas obrigações, prestando atendimento médico contínuo à criança, com avaliações sucessivas e exames compatíveis com os sintomas, além de suporte assistencial alinhado à literatura médica .
A empresa também defendeu que não houve erro médico , mas que a criança já tinha condições prévias delicadas e que ela morreu por conta de choque séptico, não resultante de negligência ou imperícia.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Fique por dentro: Guarulhos implanta novo polo de Residência Multiprofissional em Saúde na UBS Nova Bonsucesso
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
funcionários exigem reajuste que deveria ter sido dado em janeiro, mas hospital impõe condição — Araújo Jorge
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
confira a previsão de hoje (24/10) para seu signo — Horóscopo 2026
Saiba o que os astros reservam nas áreas de amor, carreira e saúde


