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Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 48%, no 2º turno — Pesquisa Palver

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 21 de outubro de 2026 às 10:35
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Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 48%, no 2º turno — Pesquisa Palver
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Pesquisa Palver: Flávio Bolsonaro tem 50% e Lula, 48%, no 2º turno Candidatos estão em empate técnico no limite da margem de erro para a disputa presidencial de 2026 Eleições 2026: disputa presidencial continua acirrada

Publicado em 21 de outubro de 2026 às 07h00 .

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + A pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira, 21, aponta empate técnico entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no segundo turno das eleições 2026. O senador tem 50% das intenções de voto, contra 48% do presidente, diferença dentro da margem de erro de 2,4 pontos percentuais. O levantamento também mostra que cerca de 80% dos eleitores de cada candidato afirmam que nada os faria mudar de voto. A pesquisa ouviu 5.000 pessoas entre 18 e 20 de outubro.

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) aparece com 50% das intenções de voto no segundo turno contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que registra 48% , segundo a pesquisa Palver divulgada nesta quarta-feira, 21.

A diferença é de 2 pontos percentuais . Com margem de erro máxima de 2,4 pontos para mais ou para menos, os dois candidatos estão em empate técnico , no limite da margem.

Os votos brancos, nulos ou de eleitores que dizem que não votarão somam 1%. Os indecisos não pontuaram no levantamento, com 0%.

Na rodada anterior da Palver, divulgada na quinta-feira, 15, Flávio tinha 50%, e Lula, 49%. O senador ficou estável, e o petista oscilou um ponto para baixo.

Essa é a segunda pesquisa do instituto após o primeiro turno. Na véspera da votação, a Palver mostrava Flávio com 47% e Lula com 43%. Nas urnas, no dia 4 de outubro, o senador teve 47,03%, e o presidente, 45,16%.

O instituto também mediu a rejeição de ambos.

Questionados se não votariam “de jeito nenhum”, 49% dos eleitores apontam Lula, e 47% citam Flávio Bolsonaro.

Por outro lado, 49% afirmam que votariam “com certeza” no candidato do PL, ante 47% que garantem o voto no atual presidente.

Os que dizem que “poderiam votar” somam 2% para Flávio Bolsonaro e 1% para Lula.

A pesquisa Palver também mediu a certeza do voto no segundo turno. Questionados sobre o que poderia fazê-los mudar de candidato, a grande maioria respondeu que nada alteraria a escolha.

Entre os eleitores de Lula, 79% afirmam que nada os faria mudar de voto. Entre os de Flávio Bolsonaro, o percentual é de 80%.

Os números ficaram um pouco abaixo dos registrados na rodada anterior, divulgada na quinta-feira, 15, quando 81% dos eleitores do petista e 82% dos do senador diziam o mesmo.

O motivo mais citado para uma eventual troca de voto é o mesmo nos dois grupos: um escândalo ou crime grave envolvendo o candidato escolhido. A opção foi apontada por 7% dos eleitores de Lula e por 8% dos de Flávio.

Em seguida, entre os eleitores do presidente, aparece a desistência, o impedimento ou a troca de algum candidato, com 5%. Entre os do senador, esse motivo foi citado por 3%.

Uma mudança na economia ou na situação do país pesa mais para os eleitores de Flávio Bolsonaro (4%) do que para os de Lula (1%).

As propostas melhores do outro candidato foram mencionadas por 3% dos eleitores de Lula e por 1% dos de Flávio. Já a mudança de posição do adversário em temas importantes foi citada por 2% e 1%, respectivamente.

Outros motivos somam 1% entre os eleitores de Lula e 2% entre os de Flávio. Os que não sabem responder são 2% e 1%.

Os resultados consideram apenas quem declara voto em cada candidato no segundo turno: 2.436 entrevistas no grupo de Lula e 2.467 no de Flávio Bolsonaro.

A rodada também consultou o eleitorado sobre a gestão federal. O trabalho de Lula no Executivo é desaprovado por 51% dos entrevistados. Já 48% afirmam aprovar, e 2% não sabem opinar.

Na avaliação geral do governo, 50% dos eleitores consideram o trabalho ruim ou péssimo. Outros 45% classificam a gestão como ótima ou boa, e 5% a veem como regular.

A pesquisa Palver também perguntou qual é o maior problema do Brasil hoje. Os eleitores escolheram entre opções apresentadas pelo instituto, e as respostas mostram diagnósticos muito diferentes entre os dois grupos.

Entre os eleitores de Lula, 62% apontam o “bolsonarismo e a extrema-direita” como o principal problema do país. Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, essa opção não pontua (0%).

Já entre os eleitores do senador, 47% citam o governo Lula e o PT como o maior problema. Entre os eleitores do presidente, a opção tem 1%.

A corrupção aparece em segundo lugar para os eleitores de Flávio Bolsonaro, com 21%. Em seguida vem o STF e o judiciário, com 19%.

Entre os eleitores de Lula, a corrupção é citada por 6%, e o STF e o judiciário, por 1%.

Os demais temas têm peso menor nos dois grupos. Para os eleitores de Lula, o Congresso nacional e a classe política somam 9%, a soberania e a interferência externa, 7%, e a segurança pública, 6%. A polarização política é citada por 4%, e a economia, por 2%.

Entre os eleitores de Flávio Bolsonaro, a economia soma 7%, e a segurança pública, 4%. O Congresso nacional e a classe política e a polarização política têm 1% cada.

Saúde e educação praticamente não aparecem. Nenhum dos dois temas passa de 1% em qualquer um dos grupos.

Os resultados consideram apenas quem declara voto em cada candidato no segundo turno: 2.436 entrevistas no grupo de Lula e 2.467 no de Flávio Bolsonaro.

A estratificação da pesquisa mostra vantagens consolidadas em nichos específicos.

Flávio Bolsonaro lidera entre evangélicos e protestantes, com 69% . Na região Sul e no Centro-Oeste, o senador alcança 61% em ambas.

Lula tem o melhor desempenho no Nordeste, onde chega a 65% das preferências. O presidente também lidera entre os católicos, com 54%, e entre os entrevistados que vivem em domicílios beneficiados pelo Bolsa Família , com 63%.

No recorte de renda, o petista fica numericamente à frente entre quem ganha até dois salários mínimos, por 51% a 48%.

Na faixa intermediária, de dois a cinco salários mínimos, o candidato do PL retoma a vantagem, com 53% contra 45%.

A pesquisa Palver entrevistou 5.000 eleitores de domingo, 18, a terça-feira, 20, por meio de questionário estruturado online, com amostragem não probabilística. Os participantes foram recrutados por anúncios em redes sociais.

A margem de erro é de 2,4 pontos percentuais, com intervalo de confiança de 95%. O instituto ressalta que essa margem mede apenas o erro amostral, e que os cruzamentos por grupo têm incerteza maior.

O levantamento foi contratado pela própria Palver e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-04612/2026.

Outras pesquisas também mostram a disputa apertada. Veja o que mostram a Vox Brasil, a Indexa/Broadcast e o panorama dos últimos levantamentos.

Flávio Bolsonaro (PL) aparece numericamente à frente, com 50% das intenções de voto, contra 48% de Lula (PT). A diferença de 2 pontos percentuais está dentro da margem de erro, configurando empate técnico.

A margem de erro informada pelo instituto é de 2,4 pontos percentuais, com nível de confiança de 95%. A Palver ressalta que essa margem considera apenas o erro amostral e que os recortes por grupos apresentam maior incerteza.

Na rodada divulgada em 15 de outubro, Flávio Bolsonaro tinha 50% e Lula, 49%. No levantamento de 21 de outubro, o senador manteve os 50%, enquanto o presidente passou para 48%, uma oscilação negativa de 1 ponto percentual.

Entre os eleitores de Lula, 79% afirmam que nada os faria mudar de candidato. Entre os apoiadores de Flávio Bolsonaro, o percentual é de 80%. Um escândalo ou crime grave envolvendo o candidato escolhido é o principal motivo citado para uma eventual mudança.

Lula registra 49% de rejeição, ante 47% de Flávio Bolsonaro. Na pergunta sobre voto certo, 49% afirmam que votariam com certeza no senador, enquanto 47% dizem o mesmo sobre o presidente.

Flávio Bolsonaro alcança 69% das intenções de voto entre evangélicos e protestantes e 61% nas regiões Sul e Centro-Oeste. Lula registra 65% no Nordeste, 54% entre católicos e 63% entre moradores de domicílios beneficiados pelo Bolsa Família.

A Palver entrevistou 5.000 eleitores entre 18 e 20 de outubro de 2026, por meio de questionário online e amostragem não probabilística. Os participantes foram recrutados por anúncios em redes sociais. O levantamento foi contratado pelo próprio instituto e registrado no TSE sob o número BR-04612/2026.

O segundo turno da eleição presidencial será realizado no domingo, 25 de outubro de 2026. A votação ocorrerá das 8h às 17h, pelo horário de Brasília. Vence o candidato que obtiver a maioria dos votos válidos, excluídos os brancos e nulos.

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