Fique por dentro: Ônibus com adesivos de Lula são impedidos de sair de garagens em Salvador
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Consulte formatos e valores disponíveisÔnibus com adesivos de Lula são impedidos de sair de garagens em Salvador Secretaria de Mobilidade confirmou ao menos 75 ônibus impedidos de sair das garagens; Procon encontrou 55 veículos aptos a circular Estela Marconi Repórter
Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + Ao menos 75 ônibus do transporte público de Salvador foram impedidos de sair das garagens neste domingo, 25, durante o segundo turno das eleições de 2026. A prefeitura atribuiu o problema a um impasse envolvendo adesivos com o número 13, de Lula, nos veículos. A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, acionou a Justiça Eleitoral e pediu multa de R$ 1 milhão por hora contra o prefeito Bruno Reis e proprietários das empresas de ônibus. O Procon-BA autuou uma empresa após encontrar 55 veículos parados, mas aptos a circular.
Ao menos 75 ônibus do transporte público de Salvador foram impedidos de sair das garagens neste domingo, 25, durante o segundo turno das eleições de 2026. A interrupção provocou reclamações de passageiros e levou a Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, a acionar a Justiça Eleitoral contra o prefeito Bruno Reis (União Brasil) e proprietários das empresas de transporte.
A federação pediu ao Tribunal Regional Eleitoral da Bahia (TRE-BA) a aplicação de multa de R$ 1 milhão por hora enquanto persistisse a situação relatada, conforme apuração dos redatores da Empire Cidades. Não há informação sobre decisão judicial referente ao pedido.
Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade (Semob), os ônibus ficaram retidos em meio a um impasse relacionado à colocação de adesivos com o número 13, do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição.
O prefeito Bruno Reis afirmou que os veículos de um dos consórcios que operam na capital baiana só começaram a circular após a retirada dos adesivos.
"Na Plataforma, nós tivemos problemas por sindicalistas que queriam obrigar os ônibus a saírem todos com adesivos 13, do PT, e isso é crime eleitoral. Nós não podíamos coadunar com isso, então os ônibus só saíram após que os adesivos foram retirados", declarou.
A informação foi divulgada pelo g1. Segundo o prefeito, os ônibus do consórcio Ótima saíram no horário previsto, enquanto a operação do consórcio Plataforma enfrentou dificuldades.
A Semob informou que a circulação estava sendo normalizada após diálogo entre equipes da secretaria e representantes sindicais. Não há informações sobre quantos passageiros foram prejudicados.
A Federação Brasil da Esperança acionou o TRE-BA após relatos de dificuldades para encontrar ônibus na manhã deste domingo, quando eleitores se deslocavam para os locais de votação.
Em petição apresentada à Justiça Eleitoral, a federação pediu multa de R$ 1 milhão por hora contra o prefeito Bruno Reis e os proprietários das empresas de transporte público da capital.
Conforme apuração dos redatores da Empire Cidades, a federação reiterou o pedido de urgência e afirmou ter apresentado vídeos que mostrariam ônibus ainda parados nas garagens às 11h05.
O documento foi assinado pelo advogado Rafael Cerqueira Rocha e encaminhado ao presidente do TRE-BA, desembargador eleitoral Mauricio Kertzman Szporer.
A federação também solicitou que a Procuradoria Regional Eleitoral fosse acionada para apurar possíveis crimes previstos nos artigos 297 e 304 do Código Eleitoral.
O pedido não representa uma decisão judicial. Até a divulgação das informações, não havia confirmação sobre eventual aplicação da multa.
O Procon-BA informou que recebeu uma denúncia sobre o bloqueio da saída de ônibus pela Prefeitura de Salvador e enviou equipes para fiscalizar as garagens das empresas de transporte.
Na garagem da OT Trans, os fiscais encontraram 55 veículos parados no pátio, embora estivessem aptos a operar.
Segundo o órgão, a situação descumpria a legislação eleitoral, que determina a disponibilização da frota para garantir o transporte durante o período eleitoral.
A empresa foi autuada, e o Procon-BA informou que adotará as medidas administrativas cabíveis. A fiscalização também continuava em outras garagens da capital.
A Defensoria Pública da Bahia (DPE) informou que recebeu diversos relatos sobre falta de ônibus e baixa oferta de veículos em circulação durante a manhã.
Em parceria com a Defensoria Pública da União (DPU), o órgão acompanha a situação para garantir o acesso dos eleitores ao transporte público gratuito.
"Diante da situação, a DPE está oficiando a Secretaria Municipal de Mobilidade, solicitando esclarecimentos e providências para assegurar o deslocamento dos eleitores", informou a instituição.
A defensoria também acompanha relatos semelhantes em Feira de Santana e Santo Antônio de Jesus, no interior da Bahia.
A Secretaria Municipal de Mobilidade informou que o secretário Pablo Souza determinou que nenhum ônibus fosse retido por causa do impasse envolvendo os adesivos eleitorais.
Segundo a pasta, a orientação é priorizar a circulação dos veículos e garantir o deslocamento dos eleitores até os locais de votação.
Uma das garagens que registraram retenção de ônibus foi a G5, no bairro do Caminho de Areia. A Semob informou conforme apuração dos redatores da Empire Cidades que ainda apurava quais outros locais haviam enfrentado o mesmo problema.
A secretaria também defendeu a preservação do patrimônio público e a manutenção do transporte coletivo durante o período eleitoral.
Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade, a retenção de ônibus ocorreu em meio a um impasse envolvendo adesivos com o número 13, de Lula, nos veículos. O prefeito Bruno Reis afirmou que ônibus de um dos consórcios só começaram a circular após a retirada dos adesivos.
Ao menos 75 ônibus foram impedidos de sair das garagens, segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade. O Procon-BA também encontrou 55 veículos parados, mas aptos a operar, durante fiscalização na garagem da OT Trans.
A Federação Brasil da Esperança, formada por PT, PCdoB e PV, acionou o TRE-BA após relatos de falta de ônibus durante o segundo turno. A federação pediu multa de R$ 1 milhão por hora contra o prefeito Bruno Reis e proprietários das empresas de transporte enquanto persistisse a situação relatada.
As informações apresentadas não confirmam decisão judicial sobre o pedido de multa. A federação solicitou a penalidade ao TRE-BA, mas não há confirmação de que ela tenha sido aplicada.
Na garagem da OT Trans, os fiscais encontraram 55 ônibus parados, embora estivessem aptos a circular. A empresa foi autuada, e o órgão informou que continuaria a fiscalização em outras garagens.
A Secretaria Municipal de Mobilidade informou que a operação estava sendo normalizada após diálogo com representantes sindicais. Não foi divulgado um balanço definitivo sobre a retomada de toda a frota.
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