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Fique por dentro: MP acompanha caso em que 100 pessoas deixaram casa de acolhida e ficaram em posto, em Santa Rita

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) acompanha o caso em que mais de 100 pessoas que deixaram uma casa de acolhida em Santa Rita, na Grande João Pessoa, na qu

Por Redatores da Empire Cidades 23 de outubro de 2026 às 20:35
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Fique por dentro: MP acompanha caso em que 100 pessoas deixaram casa de acolhida e ficaram em posto, em Santa Rita
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Em nota, o órgão disse que as pessoas abrigadas no local foram encaminhadas para os lugares de origem, na Paraíba, em Pernambuco e Sergipe. 24, das cerca de 170, permanecem na casa, sob responsabilidade da prefeitura, até que sejam localizados seus parentes ou responsáveis.

O MP disse ainda que o promotor de Justiça Francisco Lianza se reuniu, nesta sexta-feira(23), com a secretaria de Assistência Social e Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) de Santa Rita.

A nota afirma que a promotoria aguarda o relatório que está sendo feito pela secretaria de Assistência Social de Santa Rita para definir os próximos passos do Ministério Público na apuração do caso.

De acordo com o tenente-coronel Alcântara, do 7º Batalhão da Polícia Militar (7º BPM), as informações levantadas indicavam que as pessoas decidiram sair por causa das condições oferecidas, que não foram detalhadas.

Segundo o tenente-coronel, após contato com o responsável pelo espaço, algumas pessoas decidiram retornar, enquanto outras solicitaram que os familiares fossem buscá-las.

A saída do grupo de pessoas aconteceu depois de uma agressão física no local. Segundo a TV Cabo Branco , o episódio começou após uma discussão envolvendo uma pessoa que foi buscar um familiar que estava na casa. A pessoa agredida registrou um boletim de ocorrência.

Dorgivan de Castro, dono da granja onde funcionava a casa de acolhimento, contou à TV Cabo Branco que soube dos acontecimentos por meio da pessoa que registrou o boletim. Quando chegou ao local, parte das pessoas e a liderança responsável pelo grupo já haviam saído.

"Eu tomei conhecimento através da pessoa que fez o BO. Quando eu vim para cá, para o local, o pessoal já tinha se evadido, a liderança que estava aqui tomando conta do pessoal e muita gente se evadiu também. A gente foi trazendo de volta aqueles que quiseram voltar, acolhemos os que ficaram para dar assistência e reconduzi-los aos seus familiares", disse.

Dorgivan afirmou à TV Cabo Branco que foi procurado por um homem identificado como Gláucio Amaral para alugar o imóvel e instalar uma filial de uma casa de recuperação que funcionava no município Goiana, em Pernambuco.

O proprietário disse à emissora que não pretende manter o aluguel do espaço. Segundo ele, a intenção é localizar os familiares das pessoas para que elas possam retornar para casa.

Na manhã desta sexta-feira (23), cerca de 10 pessoas ainda permaneciam no posto de combustíveis.

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