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Fique por dentro: Moradores de Campo Grande confundem sintomas de AVC com sinais de infarto

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 3 de novembro de 2026 às 09:50
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Fique por dentro: Moradores de Campo Grande confundem sintomas de AVC com sinais de infarto
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Dificuldade para reconhecer os sinais de um acidente vascular cerebral pode atrasar a busca por atendimento médico e aumentar o risco de sequelas.

Reconhecer os sintomas de um Acidente Vascular Cerebral ( AVC ) ainda é um desafio para parte da população de Campo Grande. Ao serem questionados sobre os sinais da doença, moradores confundiram manifestações de um AVC com sintomas de infarto e alguns admitiram não saber identificar a emergência.

Entre os sintomas mencionados pelos entrevistados estão dormência no braço, pontadas no peito, falta de ar e dor de cabeça. Embora algumas dessas manifestações possam ocorrer em diferentes condições de saúde, AVC e infarto são emergências distintas, que exigem atendimento médico imediato.

O AVC acontece quando o fluxo de sangue para uma região do cérebro é interrompido ou quando ocorre o rompimento de um vaso sanguíneo cerebral. Já o infarto geralmente ocorre quando há obstrução do fluxo sanguíneo para parte do músculo cardíaco.

A dificuldade em diferenciar os sintomas preocupa porque o tempo de resposta é fundamental para reduzir o risco de morte e sequelas permanentes.

Segundo a neurologista Simone Nascimento de Castro, a falta de conhecimento sobre esses sintomas pode fazer com que pacientes demorem a procurar atendimento, comprometendo as possibilidades de recuperação.

A especialista destaca que é importante observar o horário em que os primeiros sinais apareceram. Essa informação ajuda os profissionais de saúde a determinar quais tratamentos podem ser realizados.

A reportagem também apresentou o caso de um idoso de 72 anos que deu entrada no Centro Regional de Saúde (CRS) Coophavilla, em Campo Grande, no dia 19 de outubro, após apresentar sinais de um possível novo AVC.

Segundo familiares, ele permaneceu dez dias aguardando transferência para uma unidade hospitalar.

Após a situação ser encaminhada à Secretaria Municipal de Saúde (Sesau), o paciente foi transferido para a Santa Casa.

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