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Consulte formatos e valores disponíveisMercado Bitcoin pede licença ao BC para continuar operando cripto Empresa que recebeu as bases de clientes de Bitso e Bity é mais uma a protocolar pedido de autorização como PSAV Fachada da sede do Mercado Bitcoin
Priorizar nos meus resultados Google Tudo sobre Acompanhe tudo sobre Criptomoedas Saiba mais A corretora de criptomoedas brasileira, Mercado Bitcoin (MB), protocolou nesta terça-feira, 27, o pedido de licença junto ao Banco Central para se tornar uma prestadora de serviços de ativos virtuais ( PSAV ) regulada pela autoridade monetária.
Pela regulamentação publicada pelo BC no ano passado, toda empresa que opera com criptoativos no país terá que pedir autorização até esta sexta-feira, 30, para poder continuar operando no Brasil. Quem não conseguir ser autorizado como PSAV perderá o direito de operar e será considerado uma instituição irregular pelas autoridades brasileiras.
"Investimos desde cedo em tecnologia, segurança e governança, e a regulação confirma o caminho que escolhemos. Agora o foco é ampliar a presença no mercado e consolidar o MB como a principal porta de entrada para pessoas, empresas e instituições que buscam soluções financeiras baseadas em ativos digitais”, afirmou em nota Roberto Dagnoni, CEO e Chairman do Mercado Bitcoin.
Se for aprovada como PSAV, o MB vai somar a licença à que já possui de instituição de pagamento. Além disso, a companhia também comprou no começo do ano a corretora do Banco Mercantil.
Ao longo do ano, o MB absorveu as bases de clientes de duas corretoras: a mexicana, Bitso, e a também brasileira, Bity. A Bitso encerrou as operações voltadas a clientes finais no Brasil e passou a focar no segmento empresarial, enquanto a Bity migrou seus 850 mil usuários para o MB.
Perto do fim do prazo, já pediram licença de PSAV no Brasil: Mercado Bitcoin, Ripio, Binance, OKX, Bybit, Crown, Brasil Bitcoin (suspensa por decisão judicial), Transfero, Mazzera, PFPay, Masterpay, W Brasil Comércio, Onda Finance e Wynx Exchange.
Há uma série de outras empresas que devem pedir também em breve, como Avenia, Coinbase, Foxbit e Lumx, além dos bancos, que também vão operar com cripto. Bradesco, BTG Pactual (do mesmo grupo controlador da EXAME) e Itaú estão entre as instituições financeiras que já possuem áreas dedicadas a ativos digitais em suas operações.
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