Fique por dentro: Laudo de bebê morta confirma coração rompido e costelas fraturadas repetidas vezes
O documento atesta que a criança era submetida a espancamentos recorrentes e teve o coração rompido […]

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Consulte formatos e valores disponíveisAdicione o Porto Alegre 24 Horas como fonte preferencial no Google.btn-google-fonte { display: inline-flex; align-items: center; gap: 10px; background-color: #f1f3f4; color: #3c4043; padding: 8px 18px; border-radius: 9999px; text-decoration: none; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Arial, sans-serif; font-size: 13.5px; line-height: 1.3; transition: background-color 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; max-width: fit-content; }.btn-google-fonte:hover { background-color: #e8eaed; box-shadow: 0 1px 3px rgba(60, 64, 67, 0.15); color: #202124; text-decoration: none; }.btn-google-fonte.google-icon { flex-shrink: 0; }.btn-google-fonte strong { color: #1a73e8; } Alice, de 1 ano e 3 meses, sofria agressões contínuas; Justiça havia negado pedido de urgência para afastá-la da família três dias antes do óbito José Souza novembro 7, 2026 11:56 am 📢 Cobertura do Porto Alegre 24 Horas Quer acompanhar as principais notícias do Brasil e do mundo em tempo real? Conecte-se ao Porto Alegre 24 Horas nas redes sociais:
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(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); O laudo cadavérico emitido pelo Instituto Médico Legal (IML) do Distrito Federal revelou um quadro estarrecedor de violência sistemática sofrida por Alice Fraga Delgado de Oliveira, de apenas 1 ano e 3 meses, morta no dia 25 de outubro. O documento atesta que a criança era submetida a espancamentos recorrentes e teve o coração rompido pela violência dos golpes desferidos contra seu tórax.
O principal suspeito do crime, o padrasto da menina, João Carlos Pereira da Costa, de 23 anos, foi preso preventivamente por policiais civis da 32ª Delegacia de Polícia (Samambaia) nesta sexta-feira (6).
Evidências periciais de violência continuada Os exames necroscópicos apontaram sinais claros de que as agressões não foram um caso isolado:
Calcificações e fraturas: a perícia identificou múltiplas fraturas em várias costelas com processo avançado de calcificação óssea, comprovando que os mesmos ossos haviam sido quebrados e soldados repetidas vezes ao longo de sua vida;
Causa da morte: o exame atestou hemorragia aguda decorrente de politraumatismo por ação contundente, com formação de hemopneumotórax severo e ruptura integral do tecido cardíaco gerada pelo impacto direto contra a caixa torácica;
Hematomas de várias épocas: no momento em que deu entrada em parada cardiorrespiratória na UPA de Samambaia, a criança exibia equimoses e marcas em diferentes fases de cicatrização espalhadas por todo o corpo.
Histórico médico e negativa judicial de acolhimento Ao longo de 15 meses de vida, Alice acumulou três internações médicas com indícios contundentes de agressão física, incluindo um atendimento anterior com diagnóstico de traumatismo cranioencefálico provocado por violência doméstica.
Alerta médico: em 13 de outubro, equipes de saúde do Hospital Regional de Taguatinga (HRT) e do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) constataram lesões corporais graves e acionaram o Conselho Tutelar;
Negativa da Justiça: em 22 de outubro — apenas três dias antes da morte —, o juiz Alexandre Pamplona Tembra indeferiu o pedido de urgência formulado pelo Conselho Tutelar de Samambaia, que requeria o acolhimento institucional e o afastamento imediato da menina do convívio da mãe, do padrasto e da babá;
Desfecho fatal: sem o bloqueio protetivo judicial, a mãe buscou Alice no sábado (24/10). Menos de 24 horas depois, na tarde de domingo (25/10), a bebê foi levada desacordada à unidade de pronto atendimento, sem chance de reanimação.
A prisão preventiva do padrasto foi formalizada enquanto a Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) reúne depoimentos de testemunhas e cruza os dados do laudo pericial para a conclusão do inquérito e encaminhamento da denúncia criminal ao Ministério Público.
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