Fique por dentro: “Jamais imaginei disputar a eleição com um miliciano”, diz Lula
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Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisEm declaração a jornalistas antes do último ato de campanha, presidente não cita Flávio Bolsonaro (PL-RJ) nominalmente
--> copiar link --> “Não tem nenhum compromisso com nenhuma verdade”, disse Lula sobre Flávio Houldine Nascimento/Poder360 - 24.out.2026 Julia Amoêdo de Brasília 24.out.2026 (sábado) - 17h12 Priorize o Poder no Google O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, neste sábado (24.out.2026), que “jamais imaginou” que disputaria uma eleição com “um miliciano” . A declaração foi dada a jornalistas em São Paulo, no último ato de campanha do petista antes do 2º turno das eleições de 2026.
“Eu confesso a vocês, depois de tantas campanhas que já participei, com tanta gente importante, de conversar com tanta gente importante, com tantos presidentes de todos os países do mundo, eu jamais imaginei disputar a eleição com um mentiroso, um miliciano, um desqualificado, como o rapaz que está disputando a Presidência da República” , declarou antes do início da caminhada na avenida Paulista.
O presidente não citou nominalmente seu adversário, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), mas o criticou diversas vezes durante a declaração. Lula declarou que o senador “não tem nenhum compromisso com nenhuma verdade” e que Flávio “mente com a maior desfaçatez” .
O presidente também disse que “eleição é uma coisa de quem se preocupa com esse país” e que as pessoas não querem “permitir que um miliciano vá para o Palácio do Planalto” .
Em outro momento, Lula voltou a citar o caso da menina Ana Clara, morta por um disparo de arma de fogo aos 5 anos, em Niterói (RJ). O PM Bruno Dias Delaroli foi denunciado por homicídio. Em 2024, Flávio recorreu ao STJ para tentar impedir que o policial fosse a júri popular, mas o recurso foi rejeitado. O julgamento, inicialmente marcado para 21 de outubro de 2026, foi adiado para 5 de maio de 2027.
“A sociedade brasileira não vai aceitar que uma pessoa que não tem sensibilidade com a morte de uma menina de 5 anos de idade e ele vai ajudar quem matou a menina para que essa pessoa não seja presa. Uma pessoa dessa não tem condições políticas, morais e éticas para chegar à Presidência da República” , declarou.
O ato na avenida Paulista repete o realizado no 1º turno, quando o petista encerrou a primeira fase da campanha.
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