Fique por dentro: Flávio acusa governo de usar dados sigilosos para disparar mensagens favoráveis a Lula
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Consulte formatos e valores disponíveisPriorize VEJA no Google Ler Resumo Flávio Bolsonaro acionou o TSE acusando a gestão petista de usar o Gov.BR para beneficiar Lula na reeleição. A ação aponta o envio massivo de milhões de mensagens via WhatsApp com conteúdo eleitoreiro, como uma sobre o INSS. O senador pede a suspensão dos disparos, inelegibilidade e cassação da chapa por uso indevido da máquina pública. Este resumo foi útil?
Resumo gerado por ferramenta de IA treinada pela redação da Editora Abril.
O candidato a presidente da República Flávio Bolsonaro (PL) ingressou com ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) , nesta quinta-feira, 22, com acusação de um suposto “uso abusivo, massivo e ilegal da estrutura digital da gestão petista para beneficiar” o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) , que disputa reeleição. A petição inicial apresenta o envio direcionado e personalizado de milhões de mensagens, via WhatsApp, pela conta oficial do “ Gov.BR “, durante o período de vedação eleitoral, segundo o documento.
O governo, segundo a petição inicial, “usa dados sigilosos de beneficiários de programas do governo para disparar milhões de mensagens ilegais a favor de Lula”. A equipe jurídica do senador do PL destaca uma mensagem considerada eleitoreira vinculada ao INSS com o texto direcionado aos aposentados. “Vote nas eleições 2026 e tenha sua comprovação de vida atualizada automaticamente”, diz a suposta mensagem encaminhada.
“Trata-se do maior escândalo de patrimonialismo eleitoral e uso da máquina pública da nossa história democrática. O Estado brasileiro foi transformado no comitê de propaganda da chapa governista”, diz trecho da petição inicial. No relatório anexo à ação, a equipe jurídica do candidato de oposição detalha que a operação foi batizada internamente pela gestão petista como “Serviço na Ponta”, com a coordenação da Casa Civil, com conteúdo da Secretaria de Comunicação Social da Presidência (SECOM/PR) e operacionalizado pelo Ministério da Gestão (MGI), Serpro e Dataprev.
A estratégia petista faz o uso indevido de dados sigilosos, com o cruzamento de CPFs e telefones da população sem autorização, nem finalidade especificada, aponta o documento apresentado ao TSE. No pedido ao Corregedor-Geral da Justiça Eleitoral, Ricardo Villas Bôas Cueva , a campanha de Flávio Bolsonaro solicita a suspensão imediata dos disparos de mensagens via Gov.br/WhatsApp e chatbots, além da inelegibilidade por oito anos dos envolvidos e a cassação do registro ou diploma da chapa de Lula por abuso de poder político, econômico e de autoridade.
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