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Fique por dentro: Flamengo aciona Arrascaeta, mas retorno não evita eliminação da Libertadores

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 23 de outubro de 2026 às 03:00
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Fique por dentro: Flamengo aciona Arrascaeta, mas retorno não evita eliminação da Libertadores
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Arrascaeta em ação durante Flamengo x Estudiantes, duelo da Libertadores Imagem: Thiago Ribeiro/AGIF Não foi blefe. O Flamengo não só relacionou Arrascaeta, como precisou colocar o camisa 10 em ação no jogo mais importante da temporada até aqui.

Ao fim das contas, não foi suficiente. O resultado final diante do Estudiantes foi eliminação nos pênaltis e fim do sonho do pentacampeonato da competição continental.

Parte da expectativa gerada no Maracanã, no jogo de volta da semifinal da Libertadores, contra o Estudiantes, ficou maior quando o clube divulgou a lista de relacionados para a partida.

É que lá estava o uruguaio, entre os disponíveis para Leonardo Jardim no banco de reservas.

Clinicamente, isso significa que houve uma recuperação em tempo surpreendente. Foi no dia 28 de setembro que ele escorregou e fraturou o braço esquerdo, em amistoso pelo Uruguai.

Depois da cirurgia, a previsão estimada pelo departamento médico era que Arrasca voltasse a jogar em pelo menos seis semanas. Ele voltou em três.

No aquecimento, Arrasca apareceu no gramado ao lado dos amigos uruguaios, De La Cruz e Varela. Quando fez aquecimento, evitou puxar a perna com o braço esquerdo. Usou o direito em ambos. Mas aquela movimentação ali antes da partida era mais para soltar a musculatura do que mostrar se realmente estava em condições de jogo ou não.

A coisa ficou de verdade no início do segundo tempo.

Àquela altura, o Flamengo estava com um a mais, depois da expulsão de Rodríguez. Com os argentinos encurralados, era preciso alguém que visse espaços fora da lógica. Que tivesse bom trato com a bola e fosse decisivo.

O protocolo Arrasca foi acionado aos 19 minutos da etapa final. Quem saiu foi Carrascal.

O uruguaio foi a campo com uma proteção no braço esquerdo, mostrando que não há copo de leite — que virou publi — suficiente para livrá-lo da precaução com a área lesionada.

Apesar da falta de ritmo esperada, Arrascaeta não se omitiu. Apareceu para o jogo, "carimbou" as bolas que passaram pela frente da área do Estudiantes, bateu escanteio e pisou bastante na área.

Mas isso não foi suficiente para um pouquíssimo inspirado Flamengo furar o bloqueio adversário, mesmo com a vantagem numérica.

Vieram os pênaltis. O primeiro a bater? Arrascaeta. Diante de Muslera, goleiro com quem já dividiu tantos jogos na seleção uruguaia, foi certeiro.

Só que o desempenho dos demais não ajudou o Flamengo. Jorginho, Paquetá e Bruno Henrique perderam suas cobranças. Deu Estudiantes, que calou o Maracanã em uma noite que poderia ter sido apoteótica com a volta do camisa 10.

Agora, a chance de título na temporada ficou para o Brasileirão.

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