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Fique por dentro: 5 pontos para entender o uso de dados culturais em campanhas publicitárias

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 28 de outubro de 2026 às 16:30
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Fique por dentro: 5 pontos para entender o uso de dados culturais em campanhas publicitárias
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Um conteúdo Bússola 5 pontos para entender o uso de dados culturais em campanhas publicitárias Estudo da McKinsey indica que 71% dos consumidores esperam personalização; a análise cultural ajuda a orientar campanhas Integração entre dados, inteligência cultural e análise humana orienta campanhas mais relevantes, segundo Marcelo Aquilino, da GINGA (PeopleImages/Shutterstock)

A forma como as empresas desenvolvem campanhas de marketing está passando por uma transformação.

Se antes os dados eram utilizados principalmente para medir resultados, hoje eles ocupam um papel estratégico desde o planejamento das ações.

Nesse cenário, cresce também a importância da inteligência cultural como ferramenta para interpretar comportamentos, tendências e contextos que ajudam as marcas a tomar decisões mais assertivas.

A mudança acompanha uma demanda crescente dos consumidores por experiências mais relevantes.

Segundo a McKinsey & Company, 71% dos consumidores esperam que as empresas ofereçam experiências personalizadas, enquanto 76% afirmam sentir frustração quando isso não acontece.

O estudo mostra ainda que empresas que utilizam dados para personalizar suas estratégias podem aumentar as receitas entre 5% e 15% e elevar o retorno sobre investimento (ROI) de marketing entre 10% e 30%, reforçando o impacto da inteligência orientada por dados nos resultados de negócio.

“As marcas deixaram de competir apenas por atenção e passaram a disputar relevância. Para isso, não basta acumular dados. É preciso transformá-los em conhecimento e compreender o contexto em que as pessoas estão inseridas”.

De olho neste cenário, o executivo reúne 5 insights sobre as mudanças que estão consolidando uma nova forma de desenvolver campanhas.

Os indicadores ajudam a entender o que aconteceu em uma campanha, mas nem sempre explicam os fatores que influenciaram determinada decisão do consumidor.

É a inteligência cultural que amplia essa leitura ao considerar aspectos sociais, econômicos, geracionais e comportamentais.

“Os dados mostram padrões. A inteligência cultural explica o que existe por trás deles. Quando essas duas frentes trabalham juntas, as decisões deixam de ser baseadas em percepção e passam a refletir o comportamento real das pessoas”, avalia Marcelo.

Em um cenário de mudanças rápidas de comportamento, dados não necessariamente oferecem certezas sobre o que vai funcionar.

Seu valor também está na capacidade de revelar sinais, identificar movimentos e alimentar hipóteses sobre novas oportunidades de conexão

Quando combinadas à inteligência cultural, essas evidências ajudam a orientar experimentações com método e rigor, transformando percepções sobre a sociedade em caminhos que podem ser testados, aprendidos e aprimorados.

“ Dados podem ser usados para construir hipóteses melhores. Quando conseguimos identificar sinais culturais e conectá-los ao comportamento das pessoas, abrimos espaço para experimentar novas formas de gerar vínculos genuínos É desse processo, com método, teste e aprendizado, que podem surgir grandes iniciativas criativas e também grandes resultados de negócio”, afirma Aquilino.

Transformações sociais, mudanças de linguagem, novas comunidades digitais e diferentes gerações influenciam diretamente a percepção sobre as marcas.

Compreender esses movimentos ajuda as empresas a desenvolverem campanhas mais relevantes e com resultados expressivos.

Segundo Aquilino, a inteligência cultural deixou de ser um diferencial e passou a integrar o processo estratégico das organizações que desejam construir relacionamentos de longo prazo com seus públicos.

Ferramentas de IA aceleram a coleta, organização e análise de grandes volumes de informação.

No entanto, interpretar nuances culturais, entender contexto e transformar dados em posicionamento continua sendo um papel essencialmente humano.

“A inteligência artificial potencializa nossa capacidade de análise, mas estratégia depende de repertório, sensibilidade e visão de negócio. A tecnologia oferece velocidade; as pessoas continuam sendo responsáveis por atribuir significado aos dados”, reforça.

Empresas que conseguem unir inteligência analítica, criatividade e leitura cultural terão maior capacidade de desenvolver campanhas relevantes, responder rapidamente às mudanças de comportamento e construir vantagem competitiva.

A tendência é que dados deixem de ser vistos como uma ferramenta de apoio e passem a ocupar uma posição cada vez mais central na tomada de decisão das estratégias de comunicação.

Ao olhar para os próximos anos, Aquilino acredita que a vantagem competitiva das marcas estará menos relacionada ao volume de dados disponíveis e mais à capacidade de transformar essas informações em inteligência estratégica.

Para ele, compreender o comportamento das pessoas, interpretar mudanças culturais e conectar esses aprendizados aos objetivos de negócio será um diferencial cada vez mais relevante em um cenário de comunicação impulsionado pela inteligência artificial.

“Estamos entrando em uma era em que informação, sozinha, não gera vantagem competitiva. O diferencial está na capacidade de interpretar dados, compreender a cultura e transformar esse conhecimento em decisões que aproximem marcas e pessoas. Quem conseguir unir tecnologia, inteligência e sensibilidade terá campanhas mais relevantes e negócios mais preparados para o futuro”, finaliza.

Os dados identificam padrões de comportamento, enquanto a inteligência cultural ajuda a interpretar os contextos sociais, econômicos e geracionais que influenciam os consumidores. Segundo Marcelo Aquilino, Head de Mídia e Dados da GINGA, a combinação permite tomar decisões mais alinhadas ao comportamento real das pessoas.

Segundo a McKinsey & Company, 71% dos consumidores esperam experiências personalizadas e 76% afirmam sentir frustração quando isso não acontece. O estudo indica que empresas que utilizam dados para personalizar estratégias podem aumentar as receitas entre 5% e 15% e elevar o ROI de marketing entre 10% e 30%.

A combinação permite identificar sinais culturais, compreender mudanças de comportamento e formular hipóteses sobre oportunidades de conexão entre marcas e consumidores. De acordo com Marcelo Aquilino, essas hipóteses podem orientar testes e experimentações capazes de gerar iniciativas criativas e resultados de negócio.

A inteligência artificial acelera a coleta, a organização e a análise de grandes volumes de informações. Segundo Marcelo Aquilino, da GINGA, a interpretação de nuances culturais e a transformação dos dados em estratégias continuam dependendo de repertório, sensibilidade e visão humana de negócio.

Segundo Marcelo Aquilino, a vantagem competitiva estará menos relacionada ao volume de dados disponíveis e mais à capacidade de transformá-los em inteligência estratégica. O executivo destaca a integração entre tecnologia, criatividade, interpretação cultural e compreensão do comportamento das pessoas como diferencial para desenvolver campanhas relevantes.

#Economia#Belém#Colunas
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