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estudo projeta 26,7 mil mortes por calor no Brasil — Super El Niño 2026

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 30 de outubro de 2026 às 11:15
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estudo projeta 26,7 mil mortes por calor no Brasil — Super El Niño 2026
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Super El Niño 2026: estudo projeta 26,7 mil mortes por calor no Brasil Previsões apontam dezembro como período de maior intensidade do fenômeno Super El Niño 2026: fenômeno deve atingir seu pico em dezembro e pode provocar calor extremo, estiagens e chuvas intensas no Brasil.

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + O Super El Niño de 2026 deve atingir sua maior intensidade entre novembro e dezembro, com pico previsto para dezembro. Projeções citadas por centros de monitoramento climático indicam que o fenômeno pode estar entre os mais intensos dos últimos 150 anos, embora um novo recorde ainda dependa de confirmação. Um estudo do Climate Impact Lab, da Universidade de Chicago, estima 857,4 mil mortes adicionais relacionadas ao calor no mundo entre junho de 2026 e março de 2027, incluindo 26,7 mil no Brasil.

O Super El Niño de 2026 deve atingir seu pico em dezembro, após meses de aquecimento excepcional das águas do Oceano Pacífico. As projeções indicam que o fenômeno poderá se tornar um dos mais intensos dos últimos 150 anos, com efeitos sobre as temperaturas e a distribuição das chuvas em diferentes regiões do planeta.

No Brasil, o cenário preocupa pelos riscos de calor extremo, estiagens e chuvas intensas. Um estudo do Climate Impact Lab, da Universidade de Chicago, estima que o país poderá registrar 26,7 mil mortes adicionais relacionadas ao calor entre junho de 2026 e março de 2027.

A projeção, divulgada pelo jornal britânico The Independent, aponta ainda 857,4 mil mortes adicionais em todo o mundo no mesmo período.

Os números são estimativas estatísticas de mortalidade associada ao calor, calculadas em comparação com um período de referência. Não representam um balanço de mortes confirmadas nem permitem atribuir individualmente todos os óbitos ao El Niño.

O período de maior intensidade do fenômeno está previsto para novembro e dezembro de 2026, com pico esperado em dezembro.

Uma previsão da Organização Meteorológica Mundial (OMM), divulgada em 8 de outubro, aponta aquecimento médio de aproximadamente 3,7 °C acima do normal na região Niño 3.4, no trimestre de outubro a dezembro.

Essa região do Pacífico equatorial é utilizada no monitoramento da intensidade do El Niño.

O fenômeno começou a ganhar força no primeiro semestre. Em agosto, as temperaturas da região Niño 3.4 estavam cerca de 2,5 °C acima da média. Em meados de outubro, o índice semanal havia alcançado aproximadamente 3,3 °C, conforme dados atribuídos ao International Research Institute for Climate and Society (IRI), da Universidade de Columbia.

As medições dos próximos meses serão decisivas para determinar a intensidade final do episódio.

As projeções indicam que o fenômeno poderá superar episódios de El Niño registrados nos últimos 150 anos, mas essa possibilidade ainda não está confirmada.

Uma análise científica publicada em julho de 2026 na revista Nature apontou a possibilidade de o episódio em desenvolvimento atingir uma intensidade excepcional.

Entre os eventos utilizados como referência estão os El Niños de 1982/1983, 1997/1998 e 2015/2016, conhecidos pelo forte aquecimento das águas do Pacífico.

Segundo o material, a Administração Nacional Oceânica e Atmosférica dos Estados Unidos (NOAA) estimou uma probabilidade de 83% de que o indicador de intensidade previsto para o trimestre de outubro a dezembro ultrapasse os níveis observados nos principais episódios desde 1950.

A confirmação de um novo recorde dependerá das medições das temperaturas oceânicas e das condições atmosféricas.

O termo Super El Niño não corresponde a uma categoria meteorológica oficial, mas é utilizado para descrever episódios de intensidade extraordinária.

Um monitor desenvolvido pelo Climate Impact Lab, da Universidade de Chicago, projeta 857,4 mil mortes adicionais relacionadas ao calor em todo o mundo entre junho de 2026 e março de 2027.

Desse total, o modelo estima que 484,5 mil mortes adicionais estejam associadas às condições de calor observadas entre junho e setembro. Outras 372,9 mil são projetadas para o período até março.

O levantamento, chamado El Niño Heat Mortality Tracker, compara a mortalidade estimada com uma referência histórica de 1996 a 2005.

Os resultados não devem ser interpretados como uma contagem oficial de mortes causadas diretamente pelo fenômeno climático.

O estudo teve suas projeções revistas após temperaturas de agosto e setembro superarem as expectativas anteriores. Segundo o laboratório, agosto foi o mais quente já registrado para o mês, enquanto setembro foi o segundo mais quente.

O Brasil aparece entre os países com maiores estimativas de mortalidade adicional relacionada ao calor no período analisado.

Segundo o Climate Impact Lab, a projeção para o país é de 26,7 mil mortes adicionais entre junho de 2026 e março de 2027, das quais 19,5 mil estão previstas para os próximos seis meses considerados pelo levantamento.

O cofundador do Climate Impact Lab, Michael Greenstone, afirmou que as projeções podem ajudar governos a identificar populações vulneráveis e preparar medidas de prevenção contra o calor extremo.

O El Niño altera a circulação atmosférica e influencia a distribuição das chuvas e das temperaturas no território brasileiro. Os efeitos variam de acordo com a região e com a atuação de outros sistemas meteorológicos.

Segundo informações atribuídas ao Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), um boletim de outubro indicou 95% de probabilidade de o El Niño atingir intensidade muito forte entre outubro e dezembro.

O documento também apontou tendência de chuvas acima da média no Sul, condições mais secas em parte do centro-norte e temperaturas elevadas em grande parte do país.

Essas tendências não significam que todas as regiões enfrentarão necessariamente eventos extremos. Os impactos dependem das condições meteorológicas locais.

O fenômeno deve continuar influenciando o clima durante os primeiros meses de 2027, mesmo após o pico previsto para dezembro.

De acordo com projeções do IRI citadas pelo Tempo Novo, o conjunto de modelos analisado indicava permanência das condições de El Niño até o trimestre de março a maio de 2027.

Depois desse período, a tendência apontada era de enfraquecimento gradual.

Os efeitos sobre as temperaturas e as chuvas, porém, podem persistir mesmo após a redução da intensidade do aquecimento oceânico.

O El Niño é um fenômeno climático caracterizado pelo aquecimento anormal das águas superficiais do Oceano Pacífico equatorial, capaz de alterar padrões de circulação atmosférica e influenciar o clima em diferentes partes do mundo.

Os episódios ocorrem de maneira irregular, geralmente em intervalos de dois a sete anos.

A expressão "Super El Niño" é utilizada para episódios especialmente intensos, mas não constitui uma classificação meteorológica oficial.

Além da influência do El Niño, as temperaturas extremas também estão relacionadas ao aquecimento global e às mudanças climáticas. Por isso, os efeitos de um episódio específico precisam ser analisados em conjunto com outros fatores climáticos.

As previsões apontam novembro e dezembro como o período de maior intensidade, com pico esperado em dezembro de 2026. A intensidade final ainda depende das medições do Oceano Pacífico.

Existe a possibilidade de o fenômeno superar episódios anteriores, segundo as projeções citadas pelo portal Tempo Novo. No entanto, um novo recorde ainda não foi confirmado.

O fenômeno pode favorecer temperaturas acima da média em diferentes regiões brasileiras, além de alterações no regime de chuvas. A intensidade dos impactos dependerá também de outros sistemas meteorológicos.

O El Niño costuma favorecer chuvas acima da média no Sul do Brasil, o que pode aumentar o risco de temporais e enchentes. Isso não significa que esses eventos ocorrerão necessariamente em todas as localidades.

Um estudo do Climate Impact Lab estima 857,4 mil mortes adicionais relacionadas ao calor no mundo entre junho de 2026 e março de 2027, incluindo 26,7 mil no Brasil. São projeções estatísticas, não mortes confirmadas ou diretamente atribuídas ao El Niño.

As projeções citadas indicam que as condições de El Niño podem persistir até o primeiro semestre de 2027, com tendência de enfraquecimento gradual após o período de maior intensidade.

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