Entenda: PF apura ameaças e ataques racistas contra deputada Talíria Petrone
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Consulte formatos e valores disponíveisPF apura ameaças e ataques racistas contra deputada Talíria Petrone A operação, batizada de Mahin, também investiga a pratica dos mesmos crimes contra familiares da parlamentar
A deputada federal Talíria Petrone (Psol-RJ). Foto: Marina Ramos/Câmara dos Deputados Apoie Siga-nos no let intervalNews = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.s-content__share--news')) return; clearInterval(intervalNews); document.querySelector('.s-content__share--news').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Google Discover', { 'event_category': 'googleNews', 'event_action': 'click', 'event_label': "pf-apura-ameacas-e-ataques-racistas-contra-deputada-taliria-petrone" }); }) }, 500); let intervalApoio = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.support-btn')) return; clearInterval(intervalApoio); document.querySelector('.support-btn').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Apoio', { 'event_category': 'Apoio', 'event_action': 'click', 'event_label': "pf-apura-ameacas-e-ataques-racistas-contra-deputada-taliria-petrone" }); }) }, 100);!function(){let e=document.createElement("script");e.src="https://readme.ai/static/widget/cartacapital.js",document.body.appendChild(e)}(); A Polícia Federal (PF) deflagrou nesta terça-feira 3 uma operação para apurar crimes de ameaça, injúria racial, racismo e violência política contra a deputada federal Talíria Petrone (PSOL-RJ) por meio da internet.
“A investigação teve início em agosto de 2026, após o envio de mensagens eletrônicas contendo ameaças de morte e ataques de cunho racista e misógino direcionados à parlamentar e à sua família, além da divulgação não autorizada de dados pessoais da vítima”, informou a PF.
Durante a operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão no município de Teresópolis, no Rio de Janeiro, expedido pela Justiça Eleitoral do Distrito Federal.
Além disso, a Polícia Federal identificou um suspeito de autoria das mensagens, que havia sido preso em Teresópolis por suspeita de envolvimento em outro crime.
A operação, batizada de Mahin, também investiga a pratica dos mesmos crimes contra familiares de Talíria. A PF disse ainda que as diligências buscam reunir novos elementos para esclarecer as circunstâncias dos fatos e aprofundar a apuração das condutas investigadas.
A deputada divulgou uma nota em que destaca que está há dez anos na vida pública e que vem sofrendo ameaças, entre elas a de um plano de morte articulado pela milícia do Rio de Janeiro. A parlamentar afirma que é fundamental uma resposta do Estado para crimes de violência política de gênero. Ela pede a continuidade das investigações sobre as ameaças e que os responsáveis sejam identificados e punidos.
“Quando ameaças, ataques racistas e episódios de violência política não são devidamente investigados, abre-se espaço para que continuem acontecendo. Não podemos aceitar que a intimidação seja utilizada como instrumento para tentar silenciar mulheres, principalmente mulheres negras e de esquerda que ocupam espaços na política”, diz a nota.
O texto cita a execução da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ), morta com motorista Anderson Pedro Gomes, em março de 2018, no Rio de Janeiro. “Esses crimes não podem ser naturalizados nem ficar impunes. A violência política, o racismo e as ameaças não podem ser tratados como parte da rotina de quem exerce um mandato público”, segue a nota.
“A nossa presença na política fortalece a democracia e contribui para avançar em pautas que são de interesse da maioria do povo brasileiro. Quanto mais mulheres ocuparem os espaços da política em nosso país, mais protegidas estaremos. Por isso, é preciso investigar e responsabilizar os envolvidos para que possamos ter paz para fazer política no Brasil”, finaliza.
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