Entenda: PEC de Lula destina 26,5% do valor de emendas para financiar tarifa zero aos fins de semana
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisPEC de Lula destina 26,5% do valor de emendas para financiar tarifa zero aos fins de semana Proposta é encaminhada ao Congresso quatro dias antes do segundo turno; presidente diz que medida será um teste para ampliar gratuidade a outros dias da semana Presidente Lula: governo quer aprovar a PEC ainda neste ano (Ivan Martinez-Vargas/EXAME)
Ivan Martínez-Vargas Repórter especial em Brasília
Publicado em 21 de outubro de 2026 às 12h14 .
Última atualização em 21 de outubro de 2026 às 12h19 .
Priorizar nos meus resultados Google Tudo sobre Acompanhe tudo sobre Eleições 2026 Saiba mais RESUMO + O governo Lula enviou ao Congresso nesta quarta-feira, 21, uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que destina obrigatoriamente 26,5% dos recursos de emendas parlamentares ao financiamento da tarifa zero no transporte público aos finais de semana. Para 2027, o valor previsto é de R$ 12 bilhões. O governo pretende aprovar a proposta ainda neste ano, mas a medida precisa de apoio de três quintos dos deputados e senadores, em dois turnos de votação em cada Casa.
A Proposta de Emenda à Constituição (PEC ) da tarifa zero aos finais de semana , encaminhada pelo governo Lula ao Congresso nesta quarta-feira, 21, determina a destinação obrigatória de 26,5% dos recursos de emendas parlamentares para financiar a gratuidade do transporte público em todo o país. Para o ano que vem, o valor seria de R$ 12 bilhões.
O Orçamento de 2027 prevê R$ 44,8 bilhões para emendas parlamentares impositivas individuais e de bancada.
O governo quer aprovar a PEC ainda neste ano. Politicamente, a viabilidade da aprovação depende da reeleição de Lula. A medida foi enviada ao Congresso quatro dias antes do segundo turno das eleições presidenciais.
Lula afirmou que a proposta será uma espécie de teste para avaliar a viabilidade da gratuidade no transporte coletivo. Segundo o presidente, caso a experiência seja bem-sucedida, o benefício poderá ser estendido a outros dias da semana.
O ministro do Planejamento, Bruno Moretti, defendeu a iniciativa como uma forma de melhorar a aplicação dos recursos destinados pelo Congresso por meio das emendas parlamentares.
"O que o senhor propõe é uma qualificação da qualidade das emendas parlamentares. São recursos públicos, a sociedade nos exige o respeito com recurso público", afirmou Moretti, ao explicar que parte das verbas passaria a financiar o transporte gratuito.
A proposta representa uma tentativa do governo de direcionar parte dos recursos hoje controlados pelos parlamentares para uma política pública nacional. Por se tratar de uma alteração constitucional, a PEC precisará ser aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, com o apoio de pelo menos três quintos dos integrantes de cada Casa.
O anúncio ocorre na reta final da disputa entre Lula e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) pela Presidência da República.
A proposta do governo Lula prevê a destinação obrigatória de 26,5% dos recursos de emendas parlamentares para financiar o transporte público gratuito aos finais de semana em todo o país. O governo pretende usar a medida como um teste para avaliar a viabilidade da gratuidade.
A proposta prevê R$ 12 bilhões para financiar a gratuidade do transporte público em 2027. Os recursos viriam de 26,5% das verbas destinadas a emendas parlamentares.
O governo Lula propõe reservar obrigatoriamente 26,5% dos recursos de emendas parlamentares para custear o transporte público gratuito aos finais de semana. Segundo o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, a medida busca direcionar parte das verbas para uma política pública nacional.
O governo Lula pretende aprovar a PEC ainda em 2026. Para entrar em vigor, a proposta precisa ser aprovada em dois turnos na Câmara dos Deputados e no Senado Federal.
A PEC precisa do apoio de pelo menos três quintos dos integrantes de cada Casa do Congresso, em dois turnos de votação. Isso significa que a proposta exige quórum qualificado tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado Federal.
Sim. Segundo o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a gratuidade aos finais de semana servirá como um teste para avaliar a viabilidade da medida. Caso a experiência seja bem-sucedida, o benefício poderá ser estendido a outros dias da semana.
Pesquisa mostra que 44% dos brasileiros temem uma Presidência de Flávio, ante 42% que receiam um quarto mandato de Lula; na intenção de voto para o segundo turno, senador tem 45% e presidente, 44%, em empate técnico
Levantamento mostra queda de seis pontos na rejeição ao presidente; em simulação de segundo turno, Flávio Bolsonaro tem 45% das intenções de voto, contra 44% de Lula
Segundo pesquisa, 28,4% dos eleitores afirmam estar divididos ou cansados da polarização. Outros 28% dizem estar do lado de Lula, e 24,1% do lado de Bolsonaro
Como a margem de erro do levantamento é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos seguem tecnicamente empatados
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Em destaque: Campanha se apoia em queda de rejeição de Lula para virar sobre Flávio
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Lula participa de comício em Belo Horizonte — Ao vivo
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Entenda: TSE estuda desativar canais políticos no WhatsApp 48h antes da eleição
Caso seja aprovada pelo plenário do TSE, a medida entraria em vigor de imediato, conforme o texto da minuta obtida pela Agência Brasil.


