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Entenda: OMS inicia testes de vacina contra cepa do Ebola, responsável por surto no Congo

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 24 de outubro de 2026 às 19:50
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Entenda: OMS inicia testes de vacina contra cepa do Ebola, responsável por surto no Congo
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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OMS inicia testes de vacina contra cepa do Ebola, responsável por surto no Congo Ensaio clínico começou em outubro e prevê avaliar três candidatas contra a variante Bundibugyo; estudo também pretende incluir gestantes e crianças a partir de 12 anos, grupos frequentemente excluídos de pesquisas clínicas O ensaio clínico prevê três fases para avaliar a segurança das vacinas candidatas, sua eficácia e a capacidade de estimular uma resposta imunológica (Freepik)

Publicado em 24 de outubro de 2026 às 16h01 .

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + A Organização Mundial da Saúde (OMS) iniciou o primeiro estudo clínico de uma vacina contra a cepa Bundibugyo do Ebola, responsável pelo atual surto na República Democrática do Congo, que já registrou mais de 9.700 casos e 4.600 mortes. O ensaio Tumaini avaliará três candidatas: a Ervebo, já aprovada contra outra cepa do vírus, a ChAdOx1, da Universidade de Oxford, e uma vacina de RNA mensageiro da Moderna. O estudo terá três fases para analisar a segurança, a eficácia e a resposta imunológica dos imunizantes, incluindo grupos frequentemente excluídos de pesquisas, como gestantes e crianças a partir de 12 anos. O objetivo é determinar se as vacinas podem proteger a população contra a variante, para a qual ainda não existe imunizante aprovado.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) anunciou, em 23 de outubro, o início do primeiro estudo clínico de uma vacina contra a cepa Bundibugyo do vírus Ebola, responsável pelo atual surto na República Democrática do Congo (RDC). As primeiras doses foram aplicadas em participantes na cidade de Bunia, na província de Ituri, considerada o epicentro da epidemia. Batizado de Tumaini, palavra que significa “esperança” em suaíli, o ensaio busca produzir evidências científicas sobre a capacidade de diferentes vacinas de proteger a população contra essa variante.

Uma das candidatas avaliadas é a Ervebo, vacina já aprovada contra a cepa Zaire do Ebola. Os pesquisadores pretendem verificar se o imunizante também oferece proteção contra a Bundibugyo, para a qual ainda não há vacina aprovada. O estudo também prevê testar duas candidatas desenvolvidas especificamente contra essa variante: a ChAdOx1, da Universidade de Oxford, que utiliza tecnologia de vetor adenoviral, e uma vacina da farmacêutica Moderna, baseada em RNA mensageiro (mRNA).

As duas candidatas em desenvolvimento recebem financiamento da Coalizão para Inovações em Preparação para Epidemias (CEPI), iniciativa que reúne recursos de governos e instituições internacionais para apoiar pesquisas e o desenvolvimento de vacinas contra ameaças epidêmicas.

A República Democrática do Congo registrou mais de 9.700 casos e 4.600 mortes no atual surto de Ebola, considerado o pior da história do país. Diante da gravidade da situação e do risco de disseminação internacional, a OMS declarou uma emergência de saúde pública de preocupação internacional.

A epidemia também alcançou outros países africanos, incluindo Quênia, Nigéria e Uganda, ampliando a preocupação com a propagação do vírus e a necessidade de desenvolver estratégias de prevenção e controle.

O Ebola é uma doença viral grave, transmitida principalmente pelo contato direto com sangue e outros fluidos corporais de pessoas infectadas, além de materiais contaminados. A ausência de uma vacina aprovada contra a cepa Bundibugyo representa um desafio adicional para conter a transmissão e reduzir o número de mortes associadas ao surto.

O ensaio clínico Tumaini prevê três fases para avaliar a segurança das vacinas candidatas, sua eficácia e a capacidade de estimular uma resposta imunológica. A segunda fase está em preparação, enquanto o estudo busca avançar na avaliação dos imunizantes.

Os testes também devem incluir pessoas com maior risco de infecção, entre elas gestantes e crianças a partir de 12 anos. Esses grupos são frequentemente excluídos de ensaios clínicos, o que pode limitar a disponibilidade de dados científicos sobre a segurança e a resposta imunológica aos imunizantes nessas populações.

A iniciativa pretende determinar se as vacinas avaliadas são capazes de oferecer proteção contra a cepa Bundibugyo e, assim, contribuir para ampliar as ferramentas disponíveis para enfrentar a epidemia. Os resultados do estudo serão importantes para orientar futuras decisões sobre o uso dos imunizantes e possíveis estratégias de vacinação nas regiões afetadas.

O Tumaini é um ensaio clínico iniciado em outubro de 2026 para avaliar vacinas contra a cepa Bundibugyo do vírus Ebola, responsável pelo atual surto na República Democrática do Congo.

O estudo prevê avaliar três candidatas: a Ervebo, já aprovada contra a cepa Zaire; a ChAdOx1, desenvolvida pela Universidade de Oxford; e uma vacina de RNA mensageiro (mRNA) da Moderna.

Não. Atualmente, não há vacina aprovada especificamente contra essa variante. O estudo pretende verificar se a Ervebo, aprovada contra a cepa Zaire, também oferece proteção contra a Bundibugyo.

O surto já registrou mais de 9.700 casos e 4.600 mortes, sendo considerado o pior da história do país. A Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou uma emergência de saúde pública de preocupação internacional.

O estudo pretende incluir pessoas com alto risco de infecção, entre elas gestantes e crianças a partir de 12 anos, grupos frequentemente excluídos de ensaios clínicos.

O ensaio terá três fases para avaliar a segurança, a eficácia e a capacidade das vacinas candidatas de estimular uma resposta imunológica. O objetivo é determinar se os imunizantes podem proteger a população contra a cepa Bundibugyo.

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