URGENTE
Voltar para a página inicial

Entenda: O futuro do etanol no Brasil e as empresas que estão na vanguarda da transformação do setor

Para Amaury Pekelman, presidente da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), a expansão não dependerá apenas do consumo nos postos de combustível.

Por Redatores da Empire Cidades 7 de novembro de 2026 às 00:30
87.788 visualizações
Entenda: O futuro do etanol no Brasil e as empresas que estão na vanguarda da transformação do setor
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
Compartilhar:WhatsAppX / TwitterFacebook
Espaço Publicitário · topo

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Depois de multiplicar sua produção nos últimos dez anos, o setor de etanol de milho começa a desenhar quais serão suas próximas avenidas de crescimento.

Para Amaury Pekelman, presidente da União Nacional do Etanol de Milho (Unem), a expansão não dependerá apenas do consumo nos postos de combustível. Novos mercados podem abrir espaço para uma nova fase da indústria.

Entre eles, o presidente da entidade destaca o transporte marítimo.

“Hoje, o grande vetor para crescimento mais rápido é o marítimo”, afirmou ao Money Minds.

Segundo Pekelman, empresas como Copersucar e Inpasa participam dos esforços para viabilizar certificações internacionais e construir demanda junto ao setor naval.

A aposta vem ganhando força porque o transporte marítimo enfrenta crescente pressão global para reduzir suas emissões de carbono.

Outra frente acompanhada pela indústria é o combustível sustentável de aviação (SAF).

Nesse caso, a visão da Unem é mais cautelosa.

“O SAF tem um custo muito alto. A rota Alcohol-to-Jet (ATJ) demanda muito etanol e ainda é cara”, disse o executivo.

Quando o assunto é inovação, Pekelman destacou dois grupos entre as operações dedicadas ao milho.

“Na parte de etanol de milho, nas plantas standalone (dedicadas apenas para produção de etanol de milho), FS e Inpasa estão com novas tecnologias e avançando muito”, afirmou.

Já no segmento de usinas flex, que integram cana e milho, os destaques ficaram com São Martinho e Cerradinho.

Segundo ele, as companhias lideram um modelo industrial que permite produzir durante todo o ano utilizando a infraestrutura já existente da cana.

“São empresas que fazem um trabalho fantástico nessa integração”, afirmou.

A expectativa da entidade é que o etanol de milho continue ganhando participação na matriz brasileira de combustíveis.

Segundo Pekelman, o setor pode sair dos atuais cerca de 25% a 30% da produção nacional para algo próximo de 45% em uma década.

Para isso, a indústria aposta em três frentes: aumento das misturas de etanol na gasolina, expansão da demanda doméstica e abertura de novos mercados, especialmente no segmento marítimo.

#Belém#Brasil#Política#Agronegócio#Negócios
Espaço Publicitário · meio texto

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Matérias Relacionadas

No Ar · Ao Vivo

TV Empire — Programação ao Vivo

Acompanhe nossa programação exclusiva em tempo real: jornalismo regional, coberturas especiais, política, economia e entrevistas com grandes personalidades.

Dica de reprodução: Se o vídeo não iniciar automaticamente, dê 1 clique sobre a tela do player para liberar a transmissão e o áudio.
Transmissão oficial Empire Magazine & Empire Cidades
Dica: clique no botão de tela cheia no canto inferior direito do player para expandir
EMPIREFLIXApresentadores & Programas

Catálogo de Estrelas da EmpireFlix

Clique na capa para assistir aos episódios e conteúdos exclusivos de cada apresentador