Entenda: Jato que levou Flávio Bolsonaro aos EUA foi providenciado por assessor de Trump, diz ‘NYT’
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Consulte formatos e valores disponíveisJato que levou Flávio Bolsonaro aos EUA foi providenciado por assessor de Trump, diz ‘NYT’ Donald Trump autorizou a entrada temporária do senador, que deixou o Brasil após perder para Lula e descumpriu ordem para entregar passaportes
Flávio Bolsonaro desembarca de um avião após chegar ao Aeroporto Executivo de Opa-Locka, em Miami, Flórida, em 28 de outubro de 2026. O candidato derrotado à presidência do Brasil, de direita, Flávio Bolsonaro, desembarcou de um avião particular na Flórida hoje, conforme testemunhado pela AFP, apesar de uma ordem judicial que o proíbe de deixar o país. Seu avião pousou no Aeroporto Executivo de Opa-Locka, nos arredores de Miami, após um voo vindo da Argentina com escala no Equador, em meio a especulações que circulavam há dias sobre seu paradeiro - Ricardo Arduengo / AFP Apoie Siga-nos no let intervalNews = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.s-content__share--news')) return; clearInterval(intervalNews); document.querySelector('.s-content__share--news').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Google Discover', { 'event_category': 'googleNews', 'event_action': 'click', 'event_label': "jato-que-levou-flavio-bolsonaro-aos-eua-foi-providenciado-por-assessor-de-trump-diz-nyt" }); }) }, 500); let intervalApoio = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.support-btn')) return; clearInterval(intervalApoio); document.querySelector('.support-btn').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Apoio', { 'event_category': 'Apoio', 'event_action': 'click', 'event_label': "jato-que-levou-flavio-bolsonaro-aos-eua-foi-providenciado-por-assessor-de-trump-diz-nyt" }); }) }, 100); a.bets-container { background: #df2c2a; padding: 0.5rem 0 0.5rem 2rem; border-radius: 0.4rem; } a.bets-container:hover { background: #df2c2a; transition:.5s; } a.bets-container img { max-width: 50px; } a.bets-container span { font-family: work sans, sans-serif; font-size: 32px; font-weight: 600; color: #fff; text-align: center; display: block; margin: 15px auto 0 auto; transition:.5s; } Eleições 2026!function(){let e=document.createElement("script");e.src="https://readme.ai/static/widget/cartacapital.js",document.body.appendChild(e)}(); O jato particular usado pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para viajar aos Estados Unidos após a derrota na eleição presidencial foi providenciado por Jason Miller, integrante da equipe de comunicação da Casa Branca e aliado do presidente Donald Trump, segundo uma reportagem do jornal The New York Times publicada nesta quinta-feira 29.
De acordo com o veículo, Trump também autorizou a entrada de Flávio no país. A viagem ocorreu após o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, determinar que o senador entregasse seus passaportes à Polícia Federal. Flávio não cumpriu a ordem e os documentos brasileiros foram cancelados.
Eduardo Bolsonaro (PL-SP), que vive nos Estados Unidos, manteve contato com Miller durante a organização do deslocamento, de acordo com a reportagem. Autoridades norte-americanas ouvidas pelo jornal sob reserva afirmaram que Trump garantiu a entrada de Flávio e de familiares no país por meio de uma autorização temporária de permanência, conhecida como “parole”.
Jason Miller é um dos principais expoentes da comunicação digital do trumpismo. Também já participou de agendas políticas ligadas ao bolsonarismo no Brasil e criticou nas redes sociais a atuação de Moraes contra o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Natural de Washington, Miller é formado em Ciência Política pela Universidade George Washington e iniciou a carreira política como assistente no Senado.
Flávio, sua mulher e as duas filhas seguiram da Argentina para Guayaquil, no Equador, em um avião da empresa privada Baires Fly, e depois viajaram a Miami, onde chegaram na quarta-feira 28. Segundo o NYT, registros públicos do governo Trump indicam que Flávio apresentou um passaporte diplomático brasileiro já cancelado ao entrar no país.
Uma autoridade norte-americana disse ao jornal que o candidato derrotado deverá solicitar um green card, documento que concede residência permanente nos EUA. Segundo essa fonte, citada pela publicação, o pedido poderá ser processado de forma acelerada, como ocorreu com Eduardo.
A Polícia Federal investiga as circunstâncias da saída do senador do Brasil, incluindo a rota percorrida desde Brasília até a fronteira com a Argentina e a possível participação de empresários e aliados políticos na logística.
Na primeira manifestação desde a fuga de Flávio, a corporação afirmou em nota não ter registro oficial da saída do derrotado pelos postos de controle migratório brasileiros. O descumprimento da ordem judicial para entrega dos passaportes também é objeto de apuração.
Mais cedo, em conversa com jornalistas, Trump classificou a eleição brasileira como uma “vergonha”, embora tenha afirmado que não tomou partido na disputa entre Flávio e o presidente Lula (PT).
Após chegar a Miami, Flávio publicou uma carta de teor golpista na qual afirma ter sido vítima de uma “fraude eleitoral”. No mesmo texto, ele sugere ter recebido ajuda do magnata norte-americano e do presidente da Argetina, Javier Milei, para fugir do território brasileiro.
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
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