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Entenda: Fuvest registra menor taxa de abstenção da história

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 1 de novembro de 2026 às 21:37
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Entenda: Fuvest registra menor taxa de abstenção da história
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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A primeira fase da Fuvest (Fundação Universitária para o Vestibular) 2027, realizada neste domingo (1º), registrou a menor taxa de abstenção da história do exame. Ao todo, 6,4% dos candidatos inscritos no vestibular da USP (Universidade de São Paulo) não compareceram aos locais de prova.

“Tivemos a menor abstenção da história para a primeira fase: 6,4% dos candidatos. O exame registrou uma diminuição de 5% no número de candidatos em relação ao ano passado, mas, em números absolutos, tivemos mais pessoas presentes fazendo a prova do que nos anos anteriores”, disse o secretário-geral da USP, Gustavo Ferraz de Campos Monaco.

Fuvest 2027 divulga gabarito oficial da primeira fase: veja as respostas Uma semana para o Enem 2026: relaxar ou estudar? Fuvest 2027: 1ª fase acontece neste domingo para 106 mil candidatos No estado de São Paulo, a taxa de abstenção foi de 7,2%, enquanto Fortaleza registrou o maior índice entre as cidades, com 9%.

Problemas na circulação das linhas 11-Coral e 7-Rubi dos trens metropolitanos de São Paulo atrasaram candidatos, que chegaram cerca de cinco minutos após o fechamento dos portões. Apesar do contratempo, o secretário afirmou que o regulamento não permite a reabertura dos locais de prova.

“Houve um problema em Mogi das Cruzes, devido a uma ocorrência na Linha Coral. Os candidatos chegaram entre cinco e seis minutos depois do fechamento dos portões. Não reabrimos os portões em hipótese alguma e não haverá reaplicação das provas”, disse.

Além disso, o secretário relatou que, em Ribeirão Preto, houve casos de candidatos que precisaram de atendimento médico e foram encaminhados a hospitais em razão de mal-estar intestinal.

“Tivemos casos de atendimento médico e de encaminhamento a hospitais em razão de crises de vômito. O número foi bastante alto em comparação com anos anteriores. Não sei se são problemas de infecção decorrentes de alimentos ou água, porque os casos foram registrados em locais específicos e os casos de vômito ficaram concentrados na cidade de Ribeirão Preto”, afirmou.

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