Entenda: Estamos prontos para administrar as diferenças com os EUA, diz China após ‘midterms’
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Consulte formatos e valores disponíveisEstamos prontos para administrar as diferenças com os EUA, diz China após ‘midterms’ Porta-voz afirmou, porém, que o pleito é um assunto interno
O presidente dos EUA, Donald Trump, em 2 de novembro de 2026. Foto: Brendan Smialowski/AFP Apoie Siga-nos no let intervalNews = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.s-content__share--news')) return; clearInterval(intervalNews); document.querySelector('.s-content__share--news').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Google Discover', { 'event_category': 'googleNews', 'event_action': 'click', 'event_label': "estamos-prontos-para-administrar-as-diferencas-com-os-eua-diz-china-apos-midterms" }); }) }, 500); let intervalApoio = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.support-btn')) return; clearInterval(intervalApoio); document.querySelector('.support-btn').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Apoio', { 'event_category': 'Apoio', 'event_action': 'click', 'event_label': "estamos-prontos-para-administrar-as-diferencas-com-os-eua-diz-china-apos-midterms" }); }) }, 100);!function(){let e=document.createElement("script");e.src="https://readme.ai/static/widget/cartacapital.js",document.body.appendChild(e)}(); A porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China Mao Ning evitou analisar em detalhes o resultado das eleições de meio de mandato nos Estados Unidos, que representaram uma derrota para o presidente Donald Trump (Partido Republicano). O Partido Democrata deflagrou uma “onda azul” e conquistou o comando da Câmara dos Representantes e do Senado.
“As eleições de meio de mandato nos EUA são um assunto interno”, disse a porta-voz em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira 4. “A China está pronta para continuar trabalhando com os EUA para manter e cumprir os importantes entendimentos comuns alcançados pelos dois chefes de Estado, aprimorar a comunicação, administrar devidamente as diferenças, expandir a cooperação e construir uma relação de estabilidade estratégica com base no respeito, na justiça e na reciprocidade.”
Trump e o presidente da China, Xi Jinping, se reuniram no fim de setembro em Washington, uma cúpula que rendeu poucos resultados visíveis. Os líderes concordaram, porém, em prolongar até 10 de janeiro a trégua na guerra tarifária iniciada pelo norte-americano.
Às vésperas das eleições de 2026, o País volta a encarar um ponto de inflexão: o futuro democrático está novamente em jogo.
A ameaça bolsonarista não foi derrotada, apenas recuou. No Congresso, forças conservadoras seguem ditando o ritmo. Lá fora, o avanço da extrema-direita e os conflitos em Gaza, no Irã e na Ucrânia agravam a instabilidade global.
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