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Entenda: CLOSE JORNALÍSTICO

Afinal, sou leitor desde o começo dos anos 50, e, jornalista profissional, inclusive sindicalizado, desde os anos 60, após um ano de estágio na Universidade de

Por Redatores da Empire Cidades 31 de outubro de 2026 às 03:00
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Entenda: CLOSE JORNALÍSTICO
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Jornalista e pesquisador. Documentarista. Crítico de Cinema e Televisão Sócio Honorário do Instituto Histórico e Geográfico do RN. Sócio fundador do Museu da Imagem e do Som do Rio de Janeiro. Sócio da Associação Brasileira de Cronistas de Cinema. Fundador do Círculo Cinearte do Brasil. Criador do Festival de Cinema de Natal

Apesar de ter tido o título cassado pelo governo do estado, que me negou a aposentadoria de jornalista, ainda me resta este espaço para opinar sobre jornais e jornalistas.

Afinal, sou leitor desde o começo dos anos 50, e, jornalista profissional, inclusive sindicalizado, desde os anos 60, após um ano de estágio na Universidade de Jornalismo do Correio da Manhã, com passagem pelo Jornal do Brasil, O Globo, Tribuna da Imprensa e Última Hora.

Foi através da Tribuna do Norte que fiz, ainda adolescente, a minha iniciação de leitor de jornais. Foi ainda na TN, em 1957, que comecei a publicar noticiário de cinema, ao ter o meu nome aprovado por Aluízio Alves. Me tiraram do jornal, quando Aluízio não estava entre nós.

Mas permaneci como leitor, assinante, da Tribuna do Norte, que me traz recordações inesquecíveis e preenche o vazio, aqui em Natal, dos jornais do Rio e São Paulo.

COINCIDÊNCIA Há mais de dois anos, desde a interrupção telefônica, procurava ter notícias do meu amigo Arnóbio Fernandes, pioneiro, com Sebastião Carvalho, da crítica diária de cinema na imprensa natalense. Veja como são as coincidências da vida. Nesta terça-feira, na primeira consulta com o Dr. Zeigler Fernandes, fui surpreendido com a revelação de que ele é filho de Arnóbio Fernandes! Junto com a surpresa, a tristeza: Arnóbio não está mais entre nós.

LADRÃO DE CEMITÉRIO Não poderei ir visitar o túmulo de minha mãe, Zeneida, morta em 1940. Motivo: o túmulo de mármore simplesmente desapareceu! Para a administração do Cemitério do Alecrim, ele não existiu. Não foi, sequer, localizado o lote do terreno, nem o nome do responsável que comprou: o túmulo: Dr. José Bezerra Marinho, meu avô, que, anualmente, me levava para a oração do Dia de Finados. É o Cemitério público mais importante de Natal.

Os artigos publicados com assinatura não traduzem, necessariamente, a opinião da TRIBUNA DO NORTE, sendo de responsabilidade total do autor.

#Belém#Política#Governo#Educação
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