Em destaque: ‘Viva Lula! É a nossa vez de mudar a história’, discursa Mélenchon na França
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveis‘Viva Lula! É a nossa vez de mudar a história’, discursa Mélenchon na França Candidato à Presidência, o líder do partido de esquerda A França Insubmissa instou seus apoiadores a não se resignar com o avanço da extrema direita
Mélenchon durante a convenção da LFI para lançar seu programa de governo "L’Avenir en Commun" (Um Futuro Compartilhado). Foto: Kenzo Tribouillard/ AFP Apoie Siga-nos no let intervalNews = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.s-content__share--news')) return; clearInterval(intervalNews); document.querySelector('.s-content__share--news').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Google Discover', { 'event_category': 'googleNews', 'event_action': 'click', 'event_label': "viva-lula-e-a-nossa-vez-de-mudar-a-historia-discursa-melenchon-na-franca" }); }) }, 500); let intervalApoio = setInterval(() => { if (!document.querySelector('.support-btn')) return; clearInterval(intervalApoio); document.querySelector('.support-btn').addEventListener('click', function() { gtag('event', 'Apoio', { 'event_category': 'Apoio', 'event_action': 'click', 'event_label': "viva-lula-e-a-nossa-vez-de-mudar-a-historia-discursa-melenchon-na-franca" }); }) }, 100);!function(){let e=document.createElement("script");e.src="https://readme.ai/static/widget/cartacapital.js",document.body.appendChild(e)}(); O líder esquerdista francês Jean Luc Mélenchon convocou seus apoiadores, neste sábado (7), a não se resignarem a uma vitória da ultradireitista Marine Le Pen nas eleições presidenciais de 2027, lembrando as derrotas recentes de Donald Trump nos Estados Unidos e de Flávio Bolsonaro no Brasil.
Os franceses vão eleger em abril e maio o sucessor do presidente Emmanuel Macron, de centro-direita. Segundo as últimas pesquisas, Le Pen é favorita nas eleições presidenciais e enfrentaria Mélenchon em um eventual segundo turno.
“ Trump foi derrotado [nas legislativas de meio de mandato] nos Estados Unidos, e Bolsonaro foi derrotado [nas presidenciais] no Brasil. Viva Lula! É a nossa vez de mudar a história “, disse a milhares de apoiadores Mélenchon, para quem a única “ideia” de Le Pen é o “racismo”.
Com palavras de ordem, canções antifascistas e convocações à vitória, os militantes do partido A França Insubmissa (LFI, esquerda radical) participaram com entusiasmo do ato em um superlotado Parque de Exposições de Le Bourget, ao norte de Paris.
Diante de cerca de 20.000 simpatizantes, o político veterano de 75 anos prometeu um aumento do salário mínimo se chegar ao poder, enquanto centenas de milhares de pessoas protestam na França há semanas reivindicando um maior poder aquisitivo e melhorias educacionais.
“Só tenho uma proposta razoável a fazer a vocês (…) É preciso mudar tudo!”, disse Mélenchon, que rejeitou os apelos a se mostrar “menos divisivo” para aumentar suas chances de chegar à Presidência. “Não vou fazê-lo”, disse ao público, em sua maioria formada por jovens.
O LFI revelou na sexta-feira seu programa eleitoral, marcado pelo “planejamento ecológico”, como inscrever na Constituição uma “regra verde” que impeça extrair da natureza mais recursos do que esta é capaz de regenerar.
Entre as 1.069 medidas de seu programa também constam suas habituais propostas de abandonar a energia nuclear e de antecipar novamente a idade da aposentadoria de 64 para 62 anos, suprimindo a impopular reforma das pensões imposta por Macron em 2023.
No plano internacional, Mélenchon defendeu que a França, uma potência nuclear, abandone a aliança militar da Otan, e “construir uma frente mundial de não alinhados”, juntamente com os presidentes do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva, e do México, Claudia Sheinbaum.
Além de denunciar novamente o “genocídio” dos palestinos em Gaza, termo rejeitado por Israel, Mélenchon também considerou que, caso a resolução da guerra na Ucrânia passe por concessões territoriais, a população do Donbass – região em grande parte ocupada pela Rússia – deveria se pronunciar sobre em qual país deseja permanecer.
Muita gente esqueceu o que escreveu, disse ou defendeu. Nós não. O compromisso de CartaCapital com os princípios do bom jornalismo permanece o mesmo.
O combate à desigualdade nos importa. A denúncia das injustiças importa. Importa uma democracia digna do nome. Importa o apego à verdade factual e a honestidade.
Estamos aqui, há mais de 30 anos, porque nos importamos. Como nossos fiéis leitores, CartaCapital segue atenta.
Se o bom jornalismo também importa para você, nos ajude a seguir lutando. Assine a edição semanal de CartaCapital ou contribua com o quanto puder.
Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região
Consulte formatos e valores disponíveisMatérias Relacionadas
Entenda: Lula pede ‘prontidão’ ao ‘Exército’ de Janones e confirma live na Turquia
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Região: Trump manda investigar democratas após derrota republicana nas eleições para o Congresso dos EUA
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.
Região: Verstappen faz melhor tempo do terceiro treino livre de Interlagos; Bortoleto é 10º e Câmara 15º
Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.













