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Em destaque: Três advogados são investigados por suspeita de falsificar decisão judicial em MT

Por meio da Operação Restrita, realizada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (28), são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Cuiabá, em uma invest

Por Redatores da Empire Cidades 28 de outubro de 2026 às 11:02
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Em destaque: Três advogados são investigados por suspeita de falsificar decisão judicial em MT
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Advogados são investigados por possíveis crimes de falsificação de documento público, uso de documento falso e participação em organização criminosa — Foto: Reprodução

Três advogados são investigados em Mato Grosso por suspeita de falsificar uma decisão judicial para favorecer a transferência de um preso apontado como umas das lideranças de uma facção criminosa. Por meio da Operação Restrita, realizada pela Polícia Civil nesta quarta-feira (28), são cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Cuiabá, em uma investigação que apura possíveis crimes de falsificação de documento público, uso de documento falso e participação em organização criminosa.

O g1 entrou em contato com a Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso (OAB-MT), mas ainda não obteve retorno.

A investigação começou depois que os policiais tiveram conhecimento de uma suposta decisão judicial que autorizaria a realização de estudos específicos de comportamento para permitir a transferência de um detento da Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, para a Penitenciária Central do Estado (PCE), em Mato Grosso. O preso é apontado como liderança de uma facção criminosa. A mudança de unidade prisional ocorreria antes do fim do período de permanência estabelecido em uma decisão judicial anterior.

Segundo a apuração, um pedido para transferir o detento foi apresentado à Justiça em junho de 2025. Em dezembro do mesmo ano, dois dos advogados investigados estiveram no gabinete de uma unidade judicial em Cuiabá para solicitar providências com base em uma suposta decisão que teria sido emitida em novembro. Na ocasião, eles apresentaram uma cópia do documento. Depois, um dos advogados também encaminhou o arquivo ao contato institucional do gabinete.

#Cuiabá#Belém#Polícia
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