Em destaque: Tebet e Marina comemoram empate de Lula e Flávio no Datafolha
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Consulte formatos e valores disponíveisEm ato em São Paulo, ex-ministras pediram mobilização nas redes após pesquisa registrar 50% a 50% dos votos válidos
--> copiar link --> Marina (esq.) e Tebet (dir.) concorreram ao Senado de São Paulo e não foram eleitas Sérgio Lima/Poder360 Diogo Campiteli de São Paulo 22.out.2026 (quinta-feira) - 21h22 Priorize o Poder no Google As ex-ministras Simone Tebet (PSB-SP) e Marina Silva (Rede-SP) comemoraram nesta 5ª feira (22.out.2026) o empate na pesquisa Datafolha entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o senador Flávio Bolsonaro (PL). Os candidatos têm 50% dos votos válidos cada um no levantamento. Tebet e Marina participaram, em São Paulo, de um ato de apoio à reeleição do petista.
“E hoje, exatamente hoje, faltando 3 dias, nós estamos numericamente empatados. Eu quero que vocês entendam. A internet está dividida” , disse Tebet sobre a eleição de domingo (25.out).
Tebet pediu aos apoiadores que intensifiquem a mobilização nas redes sociais até a votação. Segundo a ex-ministra, a atuação digital pode fazer diferença na disputa.
Marina declarou que o empate não deve desanimar a campanha de Lula. “Quando a gente diz que esse país está dividido, meio meio, parece uma fotografia desesperadora, mas não é. Os votos válidos estão em 50% a 50%. Mas tem uma coisa que é o nosso diferencial, o nosso diferencial é a capacidade infinita de sermos pessoas de bem” , disse.
O Ato de Frente Ampla pela Democracia e pela Soberania começou às 18h30 desta 5ª feira, na Casa de Portugal. Organizado pelo Direitos Já! Fórum pela Democracia, o encontro reuniu representantes da sociedade civil e políticos de diferentes partidos em apoio à candidatura de Lula e do vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB).
Durante o evento, os organizadores apresentaram o manifesto “2º turno: em defesa da Democracia, do Estado de Direito e da Soberania”. O documento cita como riscos às instituições democráticas os questionamentos à Justiça Eleitoral e ao sistema de votação, a disseminação de desinformação e as propostas de anistia a envolvidos em ataques às instituições.
O texto também defende a soberania nacional, os direitos sociais, econômicos e ambientais assegurados pela Constituição e o combate ao crime organizado dentro da lei.
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Disputada em 4 de outubro, a eleição teve Flávio Bolsonaro (PL) como primeiro colocado e Lula (PT), segundo.


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