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Em destaque: Quais são os estados mais seguros do Brasil? Veja ranking

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 20 de outubro de 2026 às 21:20
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Em destaque: Quais são os estados mais seguros do Brasil? Veja ranking
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Quais são os estados mais seguros do Brasil? Veja ranking Informações foram compiladas no Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026, elaborado pela MySide, empresa do setor imobiliário Florianópolis, capital de Santa Catarina (Pexels/Likus)

Publicado em 20 de outubro de 2026 às 17h55 .

Priorizar nos meus resultados Google RESUMO + Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul lideram o ranking dos estados mais seguros do Brasil, segundo o Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026, elaborado pela MySide com dados de 2025. O levantamento considera a taxa de assassinatos por 100 mil habitantes: Santa Catarina tem o menor índice, de 7,7, seguida por São Paulo (10,4) e Rio Grande do Sul (11,5). No país, foram registradas 40.775 mortes violentas intencionais em 2025, queda de 8,2% em relação ao ano anterior. O ranking mede a violência letal, mas não abrange todas as modalidades de crime.

Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul lideram o ranking dos estados mais seguros do Brasil, segundo o Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026, elaborado pela MySide, empresa especializada em tecnologia e serviços no setor imobiliário.

O levantamento utiliza dados de 2025 e considera a taxa de assassinatos por 100 mil habitantes As informações utilizadas vêm do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde.

A divulgação do ranking ocorre em um contexto de redução da violência letal no país . De acordo com o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, o Brasil registrou 40.775 mortes violentas intencionais em 2025 , uma queda de 8,2% em relação ao ano anterior e o menor número desde o início da série histórica, em 2012 .

A taxa nacional foi de 19,1 mortes por 100 mil habitantes . Mato Grosso do Sul, Goiás, Paraná, Piauí, Minas Gerais, Distrito Federal, Santa Catarina, São Paulo e Rio Grande do Sul todos tiveram taxas abaixo da média nacional.

A tabela considera os 26 estados e o Distrito Federal, classificados da menor para a maior taxa de assassinatos por 100 mil habitantes. Quanto menor o indicador, melhor a posição no ranking.

Santa Catarina ocupa o primeiro lugar, com taxa de 7,7 assassinatos por 100 mil habitantes. São Paulo aparece em segundo, com 10,4, seguido pelo Rio Grande do Sul, com 11,5.

O Distrito Federal está na quarta posição, com 12,4, enquanto Minas Gerais fecha as cinco primeiras colocações, com 16,3 assassinatos por 100 mil habitantes.

Os resultados oferecem um retrato da violência letal em 2025, mas não permitem atribuir as diferenças entre os estados a uma política pública específica sem investigações adicionais.

A taxa por 100 mil habitantes permite comparar territórios com populações diferentes. Apesar disso, o número não corresponde à quantidade absoluta de mortes e, isoladamente, não descreve todas as condições de segurança de um estado.

O indicador também não mede crimes como roubos, furtos, ameaças e violência doméstica ou sexual sem desfecho fatal . Portanto, uma posição favorável no ranking não significa necessariamente menor incidência de todas as modalidades criminosas.

Além disso, o levantamento utiliza registros de mortalidade do Ministério da Saúde, com critérios próprios de classificação e correção estatística.

Os resultados não devem ser considerados automaticamente idênticos aos números de homicídios divulgados pelas secretarias estaduais de Segurança Pública.

Santa Catarina ocupa o primeiro lugar, com 7,7 assassinatos por 100 mil habitantes. São Paulo aparece em segundo, com 10,4, e o Rio Grande do Sul fica em terceiro, com 11,5, segundo o Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026.

Santa Catarina é o estado mais bem colocado no ranking, com taxa de 7,7 assassinatos por 100 mil habitantes em 2025.

O Amapá aparece na última posição, com taxa de 44,7 assassinatos por 100 mil habitantes em 2025, seguido pelo Ceará, com 43,7, e pela Bahia, com 39,5.

O levantamento da MySide utiliza dados de 2025 e classifica os estados e o Distrito Federal pela taxa de assassinatos por 100 mil habitantes. As informações têm como fontes o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e o Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde. Quanto menor a taxa, melhor a posição.

O Brasil registrou 40.775 mortes violentas intencionais em 2025, uma queda de 8,2% em relação ao ano anterior e o menor número da série histórica iniciada em 2012, segundo o 20º Anuário Brasileiro de Segurança Pública. A taxa nacional foi de 19,1 mortes por 100 mil habitantes.

Não. O indicador utilizado é a taxa de assassinatos por 100 mil habitantes. Ele não mede crimes como roubos, furtos, ameaças e violência doméstica ou sexual sem desfecho fatal. Por isso, uma posição favorável no ranking não significa necessariamente menor incidência de todas as modalidades criminosas.

Não necessariamente. A taxa permite comparar a violência letal entre territórios com populações diferentes, mas não representa todas as condições de segurança. O ranking também não permite, isoladamente, atribuir as diferenças entre os estados a uma política pública específica.

Mais de Brasil Quais são os estados mais perigosos do Brasil? Veja ranking Informações foram compiladas no Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026, elaborado pela MySide, empresa do setor imobiliário

Informações foram compiladas no Anuário Cidades Mais Seguras do Brasil 2026, elaborado pela MySide, empresa do setor imobiliário

94% dos eleitores estão decididos. Entre os eleitores de Mailza, 87% afirmam que não mudariam de voto de jeito nenhum. Na base de Alan Rick, 84% garantem a mesma certeza

92% dos eleitores afirmam que a decisão de voto já está tomada. Entre os eleitores de Vicentinho, 87% afirmam que não mudariam o voto. Índice que chega a 88% entre eleitores de Dorinha

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