Em destaque: Parlamentares em fim de mandato têm até 31 de janeiro para aprovar leis
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Consulte formatos e valores disponíveisUm conteúdo Esfera Brasil Parlamentares em fim de mandato têm até 31 de janeiro para aprovar leis Reuniões do Congresso, recesso parlamentar e vigência das atribuições delimitam a atividade oficial no País após a eleição Na Câmara, a nova composição contará com 311 deputados reeleitos, 173 novos nomes e 29 eleitos que já atuaram como deputados em outra legislatura (Bruno Spada/Câmara dos Deputados/Agência Câmara)
Priorizar nos meus resultados Google Mesmo após a realização das eleições e a definição dos novos representantes eleitos e reeleitos, os parlamentares e o chefe do Executivo mantêm suas competências constitucionais plenamente ativas até o término oficial de suas gestões.
No Brasil, o ano legislativo é dividido em duas sessões ordinárias (períodos de trabalho semestrais separados por um recesso parlamentar) e conta com regras próprias para o período de transição e início dos novos mandatos, o que garante a continuidade administrativa do Estado.
O mandato dos deputados federais e dos senadores se estende formalmente até o dia 31 de janeiro do ano seguinte ao pleito. A posse da nova legislatura ocorre em 1º de fevereiro, data em que os parlamentares assumem suas cadeiras e realizam a eleição das mesas diretoras da Câmara dos Deputados e do Senado Federal.
Na Câmara, a nova composição contará com 311 deputados reeleitos, 173 novos nomes e 29 eleitos que já atuaram como deputados em outra legislatura. Já no Senado, a renovação abrangerá 40 novos senadores, enquanto 14 parlamentares conseguiram a reeleição.
No âmbito do Poder Executivo Federal, a vigência do mandato presidencial se encerra com o início do novo mandato. Conforme estipulado pela Emenda Constitucional nº 111/2021, a posse presidencial ocorre em 5 de janeiro do ano subsequente à eleição. Com a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente em exercício é reconduzido ao cargo para seu novo mandato em 5 de janeiro de 2027.
Até a data da posse do novo mandato e o encerramento da legislatura, os representantes em exercício continuam com prerrogativas para propor, debater e votar projetos de lei, medidas provisórias e emendas à Constituição.
As atividades deliberativas do Congresso Nacional seguem o calendário da Sessão Legislativa Ordinária, que ocorre de 2 de fevereiro a 17 de julho, e de 1º de agosto a 22 de dezembro.
Durante o período entre a votação das eleições e o início do recesso de fim de ano (23 de dezembro a 31 de janeiro), o Congresso mantém seu funcionamento regular, podendo votar matérias orçamentárias e propostas pendentes de apreciação.
1º de fevereiro: Início da nova legislatura, com posse dos parlamentares eleitos e reeleitos.
Mesmo nos casos de reeleição presidencial, a rotina administrativa e a preparação do planejamento do governo subsequente seguem os ritos do processo de transição e adequação orçamentária.
A transição não anula as atribuições do governo em curso. Projetos de lei e decretos assinados pelo presidente e aprovados pelo Congresso em exercício permanecem válidos e em vigor, observados os ritos normais do processo legislativo e os limites constitucionais aplicáveis a matérias específicas, como as alterações no processo eleitoral sujeitas ao princípio da anualidade.
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