Voltar para a página inicial

Em destaque: ONG Criola lança cartilha para jornalistas sobre violência racial e de gênero

Leia mais (10/28/2026 - 15h55)

Por Redatores da Empire Cidades 28 de outubro de 2026 às 21:20
86.417 visualizações
Em destaque: ONG Criola lança cartilha para jornalistas sobre violência racial e de gênero
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
Compartilhar:WhatsAppX / TwitterFacebook
Espaço Publicitário · topo

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Link externo, abre perfil de no Facebook Link externo, abre página da no Twitter {"interest_type_id":4,"resource_id":36,"raw_data":{"name":"Novo em Folha","search_term":"novo em folha","image_url":"https:\/\/f.i.uol.com.br\/fotografia\/2018\/01\/29\/15172404565a6f4088a2bb6_1517240456_1x1_th.jpg"}} Seguir Salvar artigos Recurso exclusivo para assinantes

Você tem 7 acessos por dia para dar de presente. Qualquer pessoa que não é assinante poderá ler.

Assinantes podem liberar 7 acessos por dia para conteúdos da Folha.

28.out.2026 às 15h55 Diminuir fonte Aumentar fonte São Paulo A ONG Criola, que atua na defesa dos direitos das mulheres negras, lançou a cartilha "Não Fale por Mulheres Negras, Fale com Mulheres Negras", com orientações para jornalistas e comunicadores sobre a cobertura de casos de violência racial e de gênero.

O material recomenda evitar estereótipos, sensacionalismo e práticas que exponham mulheres negras a nova violência na produção de reportagens.

Feita com a agência Alter Conteúdo, a cartilha parte de relatos da Rede Empoderando Mulheres Negras para o Enfrentamento à Violência Racial e de Gênero. A primeira edição tem 42 páginas e está disponível gratuitamente em versão digital.

A publicação analisa a representação de mulheres negras na imprensa e orienta da escolha de fontes à edição.

Entre as recomendações, o guia orienta jornalistas a praticar a escuta ativa, evitar perguntas que responsabilizem as vítimas pela violência sofrida e respeitar os limites das entrevistadas. Sugere ainda avisar sobre perguntas sensíveis e preservar o sentido dos depoimentos na edição.

O documento recomenda ainda ampliar a diversidade de fontes, incluindo mulheres negras como especialistas em diferentes áreas, e não apenas como personagens de reportagens sobre racismo e violência.

A cartilha também apresenta uma lista de perguntas para ajudar jornalistas a identificar, antes da publicação, possíveis estereótipos, verificar a diversidade de perspectivas e avaliar se a linguagem utilizada respeita a dignidade das pessoas retratadas.

Fundada em 1992, a Criola é uma organização da sociedade civil conduzida por mulheres negras e dedicada ao enfrentamento do racismo e à promoção de direitos.

Voltar Compartilhe Ícone Facebook Facebook Ícone Whatsapp Whatsapp Ícone X X Ícone de messenger Messenger Ícone Linkedin Linkedin Ícone de envelope E-mail Ícone de link Cadeado representando um link Copiar link Ícone fechar Carregando... LINK PRESENTE: Gostou deste texto? Assinante pode liberar sete acessos gratuitos de qualquer link por dia. Basta clicar no F azul abaixo.

Sua assinatura pode valer ainda mais Você já conhece as vantagens de ser assinante da Folha? Além de ter acesso a reportagens e colunas, você conta com newsletters exclusivas ( conheça aqui ). Também pode baixar nosso aplicativo gratuito na ou na Google Play para receber alertas das principais notícias do dia. A sua assinatura nos ajuda a fazer um jornalismo independente e de qualidade. Obrigado!

Mais de 180 reportagens e análises publicadas a cada dia. Um time com mais de 200 colunistas e blogueiros. Um jornalismo profissional que fiscaliza o poder público, veicula notícias proveitosas e inspiradoras, faz contraponto à intolerância das redes sociais e traça uma linha clara entre verdade e mentira. Quanto custa ajudar a produzir esse conteúdo?

#Política#Belém
Espaço Publicitário · meio texto

Anuncie sua marca e alcance milhares de leitores na região

Consulte formatos e valores disponíveis

Matérias Relacionadas