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Em destaque: Meta nega interferência eleitoral e atribui falhas envolvendo Lula a erros técnicos

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por InfoMoney 16 de outubro de 2026 às 20:18
Via InfoMoney
Em destaque: Meta nega interferência eleitoral e atribui falhas envolvendo Lula a erros técnicos
Foto: Foto: InfoMoney
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A Meta afirmou nesta sexta-feira (16) que não interferiu na distribuição de conteúdo político durante a campanha eleitoral e que os episódios apontados pela campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tiveram origem em falhas técnicas e operacionais.

Em nota, a empresa declarou que “não toma partido nessa nem em nenhuma outra eleição” e que “nossos sistemas não classificam nem distribuem conteúdo com base em ideologia política”.

A manifestação ocorre um dia após o ministro Marco Aurélio Bellizze, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), determinar que a companhia não interfira na distribuição de conteúdo político-eleitoral relacionado a Lula e ao candidato Flávio Bolsonaro (PL) até o fim do segundo turno.

Segundo a Meta, a conta de anúncios da campanha petista foi “desativada por engano” em 23 de setembro, por pouco mais de uma hora, após um anúncio ser identificado incorretamente como possível tentativa de fraude envolvendo programas sociais do governo.

A empresa também afirmou que um “incidente técnico” em 7 de outubro afetou a contagem de visualizações de Reels em mais de 100 países e que a campanha de Flávio Bolsonaro relatou o mesmo problema.

Na decisão, ministro determinou que campanha de Flávio detalhe acusações feitas em até 72 horas

A companhia também respondeu às críticas envolvendo a Meta AI, após relatos de que a ferramenta recusava pedidos relacionados a Lula, mas aceitava solicitações semelhantes para Flávio Bolsonaro.

Segundo a empresa, o caso decorreu de uma “lacuna específica em nossas proteções, e não de viés político”.

A Meta afirmou ainda que, para cumprir a legislação eleitoral brasileira, passou a bloquear temporariamente pedidos envolvendo candidatos e concluiu que “cada um dos incidentes citados pela campanha de Lula tem uma explicação direta e documentada”.

“Nenhum deles reflete direcionamento político. Nenhum reflete manipulação da distribuição. Nenhum reflete uma tentativa de influenciar a eleição”, afirmou a empresa.

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