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Em destaque: Lula é reeleito presidente e vai governar o Brasil pela 4ª vez

Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito para presidente da República neste domingo (25), ao derrotar no segundo turno Flávio Bolsonaro (PL), após eleição ac

Por Redatores da Empire Cidades 26 de outubro de 2026 às 00:30
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Em destaque: Lula é reeleito presidente e vai governar o Brasil pela 4ª vez
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Lula é reeleito presidente e vai governar o Brasil pela 4ª vez - Foto: Erika Hilton/Instagram. Luiz Inácio Lula da Silva (PT) foi reeleito para presidente da República neste domingo (25), ao derrotar no segundo turno Flávio Bolsonaro (PL), após eleição acirrada. Essa é a primeira vez na história que um presidente eleito consegue tirar uma desvantagem para o concorrente que largou na frente no primeiro turno.

O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19:09, quando 51,74% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela altura, o petista não poderia mais ser alcançado pelo atual presidente, que disputava a reeleição.

No primeiro turno, realizado em 4 de outubro, Lula obteve 61,31% dos votos válidos na Paraíba, enquanto Flávio Bolsonaro recebeu 33,07% no estado.

No resultado nacional, o cenário foi diferente. Flávio Bolsonaro terminou a primeira etapa da disputa com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula.

Luiz Inácio Lula da Silva é natural de Garanhuns (PE) e concorreu pela coligação Brasil da Esperança (formada por FE Brasil (PT/PCdoB/PV)/Solidariedade/Federação PSOL-Rede/PSB/Agir/Avante/Pros). Presidente da República entre 2003 e 2010, ele é casado com Rosângela Silva, Janja, e tem como vice-presidente o médico e ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin.

Lula é o primeiro político vitorioso em quatro eleições presidenciais no Brasil. Além disso, antes, foi derrotado em 1989, 1994 e 1998.

Lula iniciou o terceiro mandato em 2023 depois de vencer Jair Bolsonaro (PL) no segundo turno, com 50,90% dos votos, ou 60,3 milhões de votos.

O petista recriou ministérios extintos no governo anterior, como o da Cultura. Também ampliou a estrutura administrativa, que hoje tem 38 pastas, com a criação de novos ministérios, como os da Igualdade Racial e o dos Povos Indígenas.

O primeiro turno, realizado em 4 de outubro, terminou com Flávio Bolsonaro na liderança, com 47,03% dos votos válidos, contra 45,16% de Lula, conforme os dados divulgados pelo TSE.

O resultado surpreendeu a campanha petista, que esperava terminar essa etapa à frente, e confirmou a disputa entre os dois candidatos para o segundo turno, marcado para 25 de outubro.

Flávio obteve vantagem em estados como São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná, enquanto Lula teve maior força em parte do Nordeste.

A votação também mostrou que a eleição estava bastante dividida e que os votos dos candidatos eliminados, assim como a participação dos eleitores que poderiam se abster, seriam importantes na etapa seguinte.

No segundo turno, as campanhas passaram a concentrar esforços na conquista dos eleitores indecisos e dos apoiadores dos candidatos derrotados. Flávio Bolsonaro intensificou carreatas, visitas a cidades estratégicas e a mobilização de lideranças políticas, enquanto Lula procurou ampliar o diálogo com o eleitorado de centro e reforçar sua atuação nas ruas.

A disputa também ficou mais intensa nas redes sociais: Flávio enfatizou o custo de vida, o endividamento das famílias e questionamentos sobre o governo petista; Lula, por sua vez, explorou a trajetória política do adversário e levantou preocupações sobre a manutenção de benefícios sociais e direitos trabalhistas.

Na reta final, os dois candidatos percorreram diferentes regiões do país e intensificaram a participação em debates e atos públicos. Lula esteve, entre outros locais, em Porto Alegre, São Luís, Juazeiro, Petrolina e Belo Horizonte; Flávio visitou estados como Pará, Amazonas, São Paulo e Ceará.

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