Em destaque: Fachin vê ‘indícios concretos’ e mantém prisão de cunhado de Vorcaro
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Consulte formatos e valores disponíveisPriorize VEJA no Google O presidente do STF, Edson Fachin, rejeitou um pedido de revogação da prisão preventiva apresentado pela defesa do empresário Fabio Zettel, cunhado do banqueiro Daniel Vorcaro.
Fachin seguiu um parecer da PGR e considerou que há “indícios concretos” contra Zettel, para além do seu parentesco com Vorcaro.
“São extraídas, de um lado, dos indícios concretos que apontam para a posição de destaque do próprio Requerente na estrutura do grupo, de outro, da insuficiência de aplicação das medidas cautelares”, avaliou.
O ministro ainda afirmou que não estão cumpridos os requisitos para uma prisão domiciliar humanitária, devido ao estado de saúde de sua esposa e ao nascimento de filhos gêmeos deles.
Para Fachin, “não há como se afirmar que inexiste rede de apoio para assegurar os cuidados necessários e indispensáveis ao seu núcleo familiar”.
Ao defender a continuidade da prisão, a PGR declarou que “a gravidade concreta dos delitos, a lesividade das condutas e os perigos de continuidade delitiva e de obstáculo à persecução penal são motivos suficientes a evidenciar a contemporaneidade e a justificar a manutenção da medida cautelar extrema”.
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