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Em destaque: Diversificação internacional ganha espaço com oscilações da Bolsa e do dólar, avalia ARQ

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 30 de outubro de 2026 às 22:30
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Em destaque: Diversificação internacional ganha espaço com oscilações da Bolsa e do dólar, avalia ARQ
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Apresentado por ARQ FINANCE Diversificação internacional ganha espaço com oscilações da Bolsa e do dólar, avalia ARQ Para Leonardo Bernini, diretor-geral da plataforma no Brasil, exposição pode ampliar alternativas de investimento, mas perfil do investidor e custos das operações devem orientar o planejamento Investimentos internacionais: diversificação exige atenção aos custos, ao câmbio e ao perfil de risco. (ARQ/Divulgação)

Priorizar nos meus resultados Google As oscilações da Bolsa brasileira e a alta do dólar colocam a diversificação internacional no radar dos investidores. A exposição a outras economias, moedas e empresas amplia as alternativas para a composição do patrimônio, mas exige atenção ao perfil de risco, aos objetivos financeiros e aos custos das operações.

Para Leonardo Bernini, diretor-geral do ARQ no Brasil, plataforma financeira global, investir no exterior deve fazer parte de uma estratégia de longo prazo, e não apenas de uma reação às mudanças do mercado. O ponto de partida é avaliar o patrimônio já constituído e os planos que envolvem despesas em outras moedas.

“Não existe um percentual que funcione para todos. Quem tem planos de morar fora, custear os estudos dos filhos no exterior ou arcar com despesas recorrentes em outras moedas pode precisar de uma exposição maior. O importante é entender os objetivos financeiros e estruturar essa diversificação de acordo com cada realidade”, afirma Bernini.

O executivo cita referências adotadas por alguns planejadores financeiros, que trabalham com uma parcela de 10% a 20% do patrimônio em ativos internacionais. A proporção, porém, depende das necessidades de cada pessoa, do prazo de investimento e da exposição que ela já tem ao mercado brasileiro. A diversificação amplia as possibilidades de alocação, mas não elimina os riscos de mercado e de variação cambial.

Quem pretende investir ou pagar despesas no exterior também precisa planejar a compra de moeda estrangeira. Distribuir as conversões ao longo do tempo reduz a dependência de uma única cotação e permite organizar as compras conforme o prazo de utilização dos recursos.

“O ARQ recomenda aos clientes que planejem a compra de dólares de acordo com seus objetivos, evitando concentrar toda a conversão em um único momento. A volatilidade faz parte do mercado, e não é possível prever com segurança a melhor cotação. O planejamento ajuda a distribuir essa exposição, mas precisa vir acompanhado de uma avaliação cuidadosa dos custos”, explica Bernini.

ARQ: aplicativo permite acompanhar a cotação do dólar, converter reais e acessar investimentos no mercado americano.

É nessa etapa que entram o spread cambial, diferença entre a cotação de referência e a cobrada na operação, as tarifas de conversão e a corretagem. Segundo o executivo, em alguns casos, a soma dessas despesas pode consumir o equivalente a um ano de rendimento do investimento. Comparar apenas a cotação do dólar ou o retorno anunciado, portanto, não mostra o custo completo da aplicação.

O ARQ permite converter reais para dólares digitais, acompanhar a cotação e investir no mercado americano. Entre as iniciativas para ampliar o acesso aos investimentos internacionais, a plataforma oferece a novos clientes a possibilidade de receber US$ 20 em cotas do VOO, ETF que acompanha o índice S&P 500, mediante um investimento inicial de US$ 100.

“Os custos precisam fazer parte da decisão desde o início. Spread, corretagem e outras tarifas podem reduzir a rentabilidade e comprometer o planejamento. No ARQ, buscamos apresentar os custos das operações de forma clara e transparente, para que o cliente saiba quanto está pagando e possa avaliar suas decisões financeiras sem surpresas”, afirma o executivo.

A expansão das contas internacionais e das plataformas financeiras simplificou o acesso dos brasileiros a ativos estrangeiros. Entre as alternativas estão os ETFs, que permitem investir em conjuntos de ativos por meio de um único fundo. A escolha exige avaliar sua composição, os mercados aos quais oferece exposição e as despesas envolvidas.

“Por muito tempo, os investimentos offshore pareciam inacessíveis para o investidor comum. Era uma alternativa associada a quem tinha patrimônio elevado ou conhecimento específico do mercado internacional. Hoje, com contas internacionais como o ARQ, esse acesso ficou muito mais simples. O cliente pode comprar ETFs e construir uma exposição internacional de acordo com seus objetivos. O mercado está mais acessível, mas é fundamental entender os produtos, os riscos e os custos envolvidos”, diz Bernini.

Para Bernini, antes de investir, é importante avaliar a composição dos ativos, os mercados aos quais oferecem exposição e as despesas de negociação. A facilidade de acesso não substitui o planejamento, e a diversificação deve estar relacionada à estratégia financeira de cada pessoa.

“A volatilidade da Bolsa e do dólar reforça a importância de olhar para o patrimônio como um todo. Diversificar no exterior pode fazer sentido, mas a decisão precisa considerar o perfil do investidor, seus objetivos e os custos envolvidos. O acesso ficou mais simples, e isso amplia as possibilidades de planejamento. O importante é fazer escolhas conscientes, entendendo onde o dinheiro está sendo investido e quanto custa manter essa estratégia”, conclui Bernini.

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