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Dorinha tem 52,53% e Vicentinho, 47,47%, no 2º turno em Tocantins — Agregador Inteligov/EXAME

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Exame 18 de outubro de 2026 às 13:04
Via Exame
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Agregador Inteligov/EXAME: Dorinha tem 52,53% e Vicentinho, 47,47%, no 2º turno em Tocantins De acordo com o medidor de tendência do agregador, Dorinha e Vicentinho medem tendências espelhadas: a senadora tende a uma alta de 0,20 pp, enquanto o adversário tende a uma queda exatamente oposta 2º turno: cenário se mantém praticamente inalterado em Tocantins

Publicado em 18 de outubro de 2026 às 09h14 .

Priorizar nos meus resultados Google Em uma semana, a disputa pelo governo do Tocantins permaneceu sem grandes alterações. Os dados são da última rodada do Monitor Eleitoral, o agregador de pesquisas eleitorais da Inteligov, divulgado em parceria com a EXAME na última terça-feira, 13.

A senadora Dorinha Seabra (União) lidera com 52,53% das intenções de voto. Desde a medição do dia 6 de outubro, quando marcava 51,87%, cresceu 0,66 ponto percentual.

Já Vicentinho Júnior (PSDB) sofreu uma queda proporcional ao crescimento da adversária, de 0,66 pp, e agora registra 47,47%. Os candidatos estão a uma distância de 5,06 pontos.

De acordo com o medidor de tendência do agregador, Dorinha e Vicentinho medem tendências espelhadas: a senadora tende a uma alta de 0,20 pp, enquanto o adversário tende a uma queda exatamente oposta, de 0,20 pp.

O resultado apresentado pelo monitor não corresponde a uma média aritmética simples das pesquisas. O modelo utiliza uma Média Móvel Ponderada, cálculo que atribui pesos diferentes aos levantamentos de acordo com critérios metodológicos e com a data de realização de cada pesquisa.

Pesquisas presenciais domiciliares recebem peso integral no modelo, enquanto levantamentos feitos por IVR, sistema automatizado de entrevistas por telefone, e pela internet têm redução de 30% a 45% em sua influência estatística.

A atualidade também interfere no cálculo. A metodologia reduz em 25% o peso de uma pesquisa a cada quinzena de caducidade. Na prática, levantamentos mais antigos continuam no histórico, mas perdem influência sobre a média à medida que novas pesquisas são incorporadas.

Esse mecanismo busca dar maior peso ao retrato mais recente da eleição, sem descartar a trajetória acumulada desde março. A cada rodada, novas pesquisas registradas no TSE são incorporadas à base utilizada para o cálculo.

Na consolidação realizada até 1 de outubro de 2026 , por exemplo, a base recebeu 49 novas pesquisas cadastradas no PesqEle. Elas se somaram aos 552 levantamentos considerados na iteração anterior

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