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Cruzeiro faz clássico mais criativo de 2026, mas sofre — Análise

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 30 de outubro de 2026 às 10:30
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Cruzeiro faz clássico mais criativo de 2026, mas sofre — Análise
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Favorite o Lance! no Google Artur Jorge na Arena MRV O Cruzeiro fez, na última quinta-feira (29), seu clássico mais criativo sob o comando de Artur Jorge e mereceu a primeira vitória no duelo sob o comando de Artur Jorge.

Antes deste duelo, a equipe celeste havia somado em três partidas 3,19 gols esperados. No duelo válido pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro, a equipe teve 2,60.

Além disso, também foi bem na defesa. Se nos outros três jogos o Atlético-MG somou 4,60, na última quinta-feira teve apenas 1,65.

Muito disso se dá pela intensidade altíssima observada no primeiro tempo. Nos primeiros 45 minutos, a Raposa teve 2,10 gols esperados, deu sete chutes dentro da área e acertou o alvo seis vezes contra zero do adversário. Nos três clássicos anteriores contra o Atlético-MG, o Cruzeiro teve média de cinco chutes dentro da área por partida.

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A pontaria celeste esteve no seu normal na Arena MRV, diferente dos últimos clássicos. Na vitória por 1 a 0, a equipe acertou seis finalizações contra duas do rival. Antes a média com Artur Jorge era de 2,3 contra cinco do adversário.

Foram quase cinco vezes mais chances claras que nas outras partidas. A média nos outros três clássicos foi de 0,7 e na quinta-feira o time teve cinco grandes oportundidades.

Mais uma vez, como destacou o Lance! antes do duelo, vontade não foi um problema para o Cruzeiro, que mais uma vez venceu mais de 50% dos duelos.

Um momento que poderia piorar o jogo para o Atlético-MG, recolocou a equipe em campo. Depois que Vitão deixou o gramado, aos 12 minutos, a equipe alvinegra chutou oito vezes das 17 que teve no jogo todo.

A equipe de Eduardo Domínguez teve quatro chutes próximos ao gol e oito finalizações dentro da área (foram 13 no total). Além disso, terminou o segundo tempo com 65% de posse de bola.

Com os 2,23 gols esperados do Cruzeiro na primeira etapa, a equipe poderia ter matado o clássico contra o Atlético-MG ainda na primeira etapa. Arroyo e Kaio Jorge tiveram boas oportunidades, mas não conseguiram converter. Na coletiva de imprensa, Artur Jorge avaliou que o placar foi magro.

Foi um jogo muito forte na entrada, muito forte na saída, consistência no que foi nosso desempenho. Contra uma equipe difícil, mas mostramos claramente que somos vencedores, ficou barato esse resultado. Tivemos muitas oportunidades, criamos. Nossa vitória, não saio satisfeitos porque não fomos tão eficazes. Com isso tivemos um resultado magro pelo que foi a exibição – avaliou o treinador.

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