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Conheça a proposta alternativa de ajuste fiscal — Tributação de Super-Ricos em vez de Cortes Sociais

Um manifesto elaborado por acadêmicos de instituições como Unicamp, Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Queen’s University B

Por Redatores da Empire Cidades 1 de novembro de 2026 às 01:13
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Conheça a proposta alternativa de ajuste fiscal — Tributação de Super-Ricos em vez de Cortes Sociais
Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Adicione o Porto Alegre 24 Horas como fonte preferencial no Google.btn-google-fonte { display: inline-flex; align-items: center; gap: 10px; background-color: #f1f3f4; color: #3c4043; padding: 8px 18px; border-radius: 9999px; text-decoration: none; font-family: -apple-system, BlinkMacSystemFont, "Segoe UI", Roboto, Arial, sans-serif; font-size: 13.5px; line-height: 1.3; transition: background-color 0.2s ease, box-shadow 0.2s ease; max-width: fit-content; }.btn-google-fonte:hover { background-color: #e8eaed; box-shadow: 0 1px 3px rgba(60, 64, 67, 0.15); color: #202124; text-decoration: none; }.btn-google-fonte.google-icon { flex-shrink: 0; }.btn-google-fonte strong { color: #1a73e8; } Com mais de 386 mil milionários no país, proposta de economistas defende antecipar imposto sobre super-ricos para fechar a conta pública. Juliano Haesbaert outubro 31, 2026 10:13 pm 📢 Cobertura do Porto Alegre 24 Horas Quer acompanhar as principais notícias do Brasil e do mundo em tempo real? Conecte-se ao Porto Alegre 24 Horas nas redes sociais:

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(adsbygoogle = window.adsbygoogle || []).push({}); A discussão sobre o equilíbrio das contas públicas ganhou uma nova alternativa no cenário econômico. Um manifesto elaborado por acadêmicos de instituições como Unicamp, Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal Fluminense (UFF) e Queen’s University Belfast propõe priorizar o aumento da arrecadação sobre o topo da pirâmide de renda, evitando o contingenciamento de verbas em programas sociais e infraestrutura básica.

A principal medida sugerida pelo grupo é a antecipação, para o próximo exercício financeiro, da tributação mínima de 10% incidente sobre indivíduos com rendimentos anuais superiores a R$ 600 mil. A exigência, prevista na Lei 15.270 de 2025, originalmente passaria a ter efeitos práticos apenas na declaração de 2027. Os economistas propõem que, mediante aprovação legislativa até o fim do ano, a cobrança passe a incidir já a partir de janeiro sobre dividendos, juros sobre capital próprio (JCP) e aplicações financeiras atualmente isentas.

Além da tributação sobre altas rendas, o manifesto destaca a necessidade de revisão ampla nos incentivos, regimes especiais e isenções tributárias vigentes. Atualmente, os chamados gastos tributários da União somam R$ 612,8 bilhões ao ano. Na avaliação dos signatários — entre os quais figuram os economistas Pedro Paulo Zahluth Bastos, Simone Deos, Maria de Lourdes Rollemberg Mollo, Alfredo Saad Filho e Juliane Furno —, a revisão dessas benesses fiscais garantiria recursos suficientes para a manutenção dos investimentos estatais.

O documento argumenta que a limitação imposta pelo atual teto de gastos — que restringe o crescimento real das despesas a 2,5% ao ano ou a 70% da variação da receita — demonstra ineficiência ao colidir com os gastos obrigatórios da saúde e da educação. Para os autores, manter a vinculação restritiva prejudica planos de reindustrialização com transição ecológica, dependentes diretos de aportes públicos e do fomento do crédito estatal.

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