Brasil registra recuo uma posição no ranking de inovação global
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Consulte formatos e valores disponíveisUm conteúdo Esfera Brasil Brasil cai uma posição no ranking de inovação global País é o segundo melhor colocado na América Latina; lista contempla 193 nações País também se destaca entre as economias de “renda média alta”, sendo o sexto melhor da categoria
Priorizar nos meus resultados Google A Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) divulgou neste mês seu ranking anual sobre o nível de desenvolvimento e inovação de 139 países no mundo. Entre eles está o Brasil que, neste ano, assumiu a posição de número 53 da tabela.
O relatório, conhecido como Global Innovation Index (GII), avalia a capacidade e o investimento em inovação de cada nação por meio de 79 indicadores. Em 2025 o Brasil ocupou a 52ª colocação.
Na versão mais atualizada do GII, o País se tornou o segundo melhor classificado da América Latina e o sexto maior entre as economias de “renda média alta” — comumente conhecidas como “de segundo mundo”.
A publicação do índice afirma que a evolução das Inteligências Artificiais afetou positivamente o financiamento de capital de risco e de gastos com pesquisa e desenvolvimento (P&D).
Enquanto em 2025 o aumento no investimento do setor foi de 3,3%, em 2026, a porcentagem subiu para 3,6%.
De acordo com o documento veiculado pela OMPI, o Brasil é a única economia da região que inova acima do esperado para seu nível de desenvolvimento pelo sexto ano consecutivo.
Em toda a América Latina, o Brasil fica atrás apenas do Chile, que ocupa a 51ª colocação do ranking.
Já entre os países de renda média alta, ele está abaixo apenas da Mauritânia (50°), Turquia (45), Tailândia (44), Malásia (34) e China (10).
No topo do ranking, a mudança diante do índice de 2025 é pequena, com alternância apenas entre o sétimo e o oitavo colocado. Sendo assim, em 2026, a ordem é a seguinte:
Os doze últimos colocados fazem parte da África Subsaariana, sendo o menos inovador Chade, que somou apenas 9,5 pontos no índice.
O índice é medido desde 2007 e segue um método de avaliação com base no cálculo desse índice, medido a partir da soma de sete pilares. São eles: a confiança nas instituições de inovação; capital humano e pesquisa; infraestrutura; sofisticação do mercado; sofisticação empresarial; resultados de conhecimento e tecnologia; e resultados criativos.
A publicação levanta, também, as cem cidades consideradas os “maiores polos inovadores do mundo”. Entre elas, há apenas uma cidade brasileira: São Paulo. A capital paulista ficou na 59ª colocação, com destaques para a Universidade de São Paulo (USP) e a Braskem.
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