Avião que teve queda na Flórida pode ter perdido peças no ar; veja quem são as vítimas
O acidente ocorreu no domingo (1º) e provocou a morte das nove pessoas que estavam a bordo, entre elas uma copilota de 20 […]

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Consulte formatos e valores disponíveisImagem ilustrativa Logo compartilhamento facebook Logo compartilhamento linkedin Logo compartilhamento whatsapp Logo compartilhamento telegram Logo Compartilhar E-mail As autoridades americanas investigam a possibilidade de um jato executivo ter começado a se desintegrar ainda durante o voo, antes de cair em uma rodovia na região de Palm Beach, na Flórida. O acidente ocorreu no domingo (1º) e provocou a morte das nove pessoas que estavam a bordo, entre elas uma copilota de 20 anos, filha de brasileiros.
A aeronave, um Learjet 60, havia partido de Austin, no Texas, com destino às Bahamas. Durante a viagem, a tripulação relatou turbulência, formação de gelo e dificuldades para manter o controle do avião.
A investigação é conduzida pelo Conselho Nacional de Segurança nos Transportes dos Estados Unidos (NTSB), que procura esclarecer a sequência de acontecimentos que levou à tragédia.
Uma das hipóteses examinadas é que componentes do avião tenham se desprendido antes da colisão com o solo.
A suspeita surgiu após a identificação de destroços espalhados por uma área extensa, incluindo imóveis e estabelecimentos próximos ao local do acidente.
O impacto abriu uma grande cratera na rodovia e foi seguido por uma explosão.
As equipes de investigação enfrentam dificuldades para recuperar partes importantes da aeronave, já que as fortes chuvas registradas na região provocaram acúmulo de água na área atingida.
A possibilidade de desintegração em pleno voo ainda está sob análise e não representa uma conclusão definitiva sobre a causa do acidente.
Registros das comunicações com o controle de tráfego aéreo indicam que a tripulação enfrentou condições meteorológicas adversas pouco antes da queda.
Os pilotos informaram a presença de turbulência e formação de gelo na aeronave. Em seguida, solicitaram uma mudança de altitude.
A situação se agravou rapidamente, com relatos de perda acentuada de altitude e declaração de emergência.
As gravações poderão ajudar os investigadores a reconstruir os momentos finais do voo, mas não são suficientes, isoladamente, para determinar a causa da tragédia.
Entre os mortos está Nathalia Gadelha Filgueiras, de 20 anos, copilota da aeronave e filha de brasileiros.
Apaixonada por aviação desde a adolescência, Nathalia conquistou sua licença de piloto aos 17 anos, quando ainda estudava no ensino médio. Sua morte foi confirmada pela mãe, Camila Corteleti.
Também morreram o empresário de tecnologia Adam Robinson, sua esposa, Helen Sharp, e os dois filhos do casal, Emma, de quatro anos, e Charlie, de dois.
Robinson atuava no setor de tecnologia e havia fundado empresas especializadas em serviços digitais. Helen trabalhava como artista e ceramista.
As famílias divulgaram manifestações de pesar, lembrando a dedicação do casal aos filhos e sua relação próxima com amigos e parentes.
A lista de vítimas inclui Rachel Reed e Charmi Fehr, descritos por familiares como pessoas aventureiras e dedicadas às relações pessoais.
Outra vítima foi Anita María Cetina, responsável por cuidar das duas crianças da família Robinson. Em comunicado, parentes destacaram o vínculo afetivo que ela havia desenvolvido com os pequenos.
O comandante da aeronave foi identificado como Jeffrey Gregory, de 55 anos.
Gregory tinha experiência profissional na aviação executiva e havia trabalhado anteriormente para uma empresa especializada em voos particulares.
Com a identificação dos ocupantes, as autoridades confirmaram que morreram sete passageiros e dois tripulantes.
Além das nove mortes, um homem que estava em um veículo na região sofreu ferimentos nas pernas.
A queda ocorreu em uma área com circulação de veículos e estabelecimentos comerciais, aumentando a preocupação com possíveis vítimas fora da aeronave.
Os destroços atingiram diferentes pontos nas proximidades da rodovia.
As autoridades também trabalham para verificar se o avião possuía gravador de voz da cabine e se o equipamento poderá ser recuperado.
A investigação deverá considerar fatores meteorológicos, condições da aeronave e procedimentos adotados durante o voo.
Até a conclusão dos trabalhos, não há uma causa oficialmente estabelecida para o acidente.
A IstoÉ acompanha os desdobramentos da tragédia desde o acidente, ocorrido no domingo (1º). Em uma das primeiras reportagens, o portal detalhou a queda do jato particular que deixou nove mortos e provocou uma explosão na Flórida.
Outra reportagem apresentou a trajetória de Nathalia Gadelha Filgueiras, filha de brasileiros e copilota de 20 anos que morreu no acidente. A jovem havia conquistado sua licença de piloto ainda na adolescência.
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