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Atualização: Vestido de noiva de 1895 é usado por 11 mulheres da mesma família – como modelo atravessou três séculos e virou tradição no altar

Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por CNN Brasil 17 de outubro de 2026 às 00:21
Via CNN Brasil
Atualização: Vestido de noiva de 1895 é usado por 11 mulheres da mesma família – como modelo atravessou três séculos e virou tradição no altar
Foto: Foto: CNN Brasil
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Um vestido de noiva confeccionado em 1895 atravessou três séculos, sendo usado por 11 mulheres da mesma família até hoje. O que começou como algo descompromissado na Pensilvânia, nos Estados Unidos, virou uma tradição que já ultrapassa 130 anos.

A pioneira foi Mary Lowry Warren , que subiu ao altar com o modelito em 1895 na Pensilvânia, nos Estados Unidos. A filha dela, Mary , recusou-se a usa-lo e preferiu um vestido estilo flapper [de silhueta reta, solta e sem marcação na cintura] dos anos 1920. Mas a neta, Jane Woodruff , adorou a ideia de se casar com o vestido da avó e o colocou, em 1946.

A partir daí, virou uma tradição na família apostar na peça sempre que alguma mulher trocasse alianças. A mais recente a dizer "sim" foi Abigail Kingston , ao casar com o noivo Jason Curtis em 2015.

"É um vestido de noiva mágico porque ela é a 11ª noiva a usá-lo. Quem diria que algo duraria tanto tempo?", disse Leslie, mãe dela, ao site "Lehigh Valley Live".

Prestes a casar, Juliette diz: "Não sonhava com príncipe e me surpreendi" Veja os vestidos de casamento de Giulia Be com Conor Kennedy A ascensão de um simples repolho: como uma relíquia imperial se tornou um dos tesouros mais emblemáticos da Cidade Proibida e agora está em Taiwan Susto O desejo de Abigail surgiu aos 5 anos, quando viu a tia Ann Ogden , em 1991, usando a relíquia - que depois disso ficou guardada com Sara Seiler Ogden , que o usou em 1960. A atual noiva, no entanto, tomou um susto ao encontra-lo com as mangas caindo, repleto de buracos e o cetim branco, marrom. "Pareciam trapos", confessa.

Deborah LoPresti , estilista de noivas, dedicou mais de 200 horas a restaurar o vestido. Abigail não se importa de o vestido não ter ficado parecido com o original. "Todo mundo continuava cortando-o, especialmente nos anos 80. Cada noiva poderia fazer o que quisesse com ele".

Ela colocou o vestido de noiva da tataravó na hora do coquetel, por ser "muito, muito frágil", mas subiu ao altar usando o anel da bisavó e o medalhão da avó. No local do casamento, foram espalhadas fotos de todas as noivas que o usaram. "Não é só o vestido que foi passado. É o amor", acredita Leslie.

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