Atualização: Tarcísio admite candidatura presidencial em 2030 e que aconselhou Flávio a ficar no Brasil
(Foto: Marco Galvão/ALESP) Governador de São Paulo foi reeleito nas Eleições 2026 O post Tarcísio admite candidatura presidencial em 2030 e que aconselhou Flávi

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Consulte formatos e valores disponíveisO governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), admitiu pela primeira vez que pode disputar à Presidência da República em 2030 – ano em que se encerra o segundo mandato no Palácio dos Bandeirantes.
Em entrevista aos repórteres Bianca Gomes, Marcelo Godoy, Ricardo Corrêa e Pedro Augusto Figueiredo do Estadão, Tarcísio ainda disse ter aconselhado o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) a não deixar o país após ser intimado pela Polícia Federal ( PF ) a entregar os passaportes.
Tarcísio é uma das principais lideranças de centro-direita do país. Ministro da Infraestrutura no governo de Jair Bolsonaro, deixou o cargo para ser eleito duas vezes consecutivas como governador de São Paulo.
Nas eleições presidenciais deste ano, diversos políticos de centro-direita, como o presidente do PSD, Gilberto Kassab, defendiam a candidatura de Tarcísio. Mas o governador de São Paulo manteve apoio aos Bolsonaro e sustentou a candidatura presidencial de Flávio.
Mas com a tendência de apenas os senadores Carlos Bolsonaro (PL-SC) e Michelle Bolsonaro (PL-DF) aptos a concorrerem à disputa presidencial em 2030, Tarcísio ganha força dentro desse núcleo ideológico.
“2030 é outra conversa. A gente tem que ver qual é o cenário de momento e, claro, vou estar terminando o segundo mandato aqui no Estado de São Paulo. Terminando bem o segundo mandato, obviamente abre uma possibilidade. Mas isso é uma coisa que você avalia em grupo, não sozinho”, disse Tarcísio.
Antes de deixar o Brasil em direção aos Estados Unidos, Flávio Bolsonaro teve uma reunião com Tarcísio de Freitas e outras lideranças da centro-direita, como o senador e coordenador da campanha presidencial de Flávio, Rogério Marinho (PL-RN).
Tarcísio disse na ocasião a Flávio que sugeria a permanência no Brasil do Senador, até como forma de manter a base eleitoral de 60 milhões de eleitores mobilizada.
“O conselho que nós demos a ele – os advogados, eu, (Rogério) Marinho, as pessoas que estavam ali reunidas – foi que ficasse (no Brasil). Mas é o que eu falo: eu não julgo a decisão que foi tomada porque é muito duro passar… ele está com o pai preso aí há quanto tempo?”, relembrou.
Tarcísio também pontuou que Flávio foi aconselhado a não manter a contestação ao resultado eleitoral, mas sim pedir a cassação da chapa por abuso de poder político e econômico contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
“Então, esses foram os conselhos: usa esse remédio jurídico e não fala que vai sair”, finalizou.
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