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Acompanhe os detalhes e principais informações apuradas sobre este caso.

Por Redatores da Empire Cidades 26 de outubro de 2026 às 23:15
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Foto: Divulgação / Redação Empire Cidades
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Marcos Rojo, do Estudiantes, se lamenta durante partida contra o Flamengo, pela Libertadores Imagem: REUTERS/Sergio Moraes O blog teve acesso a uma página do documento emitido pelo Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) que deixa margem de dúvida sobre as possíveis consequências da escalação de Marcos Rojo pelo Estudiantes contra o Flamengo. Embora tenha autorizado provisoriamente o jogador a disputar a Libertadores a partir de 22 de outubro, o tribunal rejeitou um pedido que protegeria o clube argentino e o atleta de eventuais penalidades decorrentes dessa participação.

Além da liberação para jogar, o Estudiantes e Rojo solicitaram que a Conmebol fosse impedida de usar a atuação amparada pela medida provisória como fundamento para uma sanção esportiva ou disciplinar. Obtiveram a autorização, mas não essa proteção adicional. É essa negativa que explica o acolhimento apenas parcial da solicitação, informado anteriormente pelo TAS ao blog.

No trecho destacado em amarelo na reprodução do documento, o tribunal adverte, em tradução: "No entanto, cabe ao Estudiantes e ao jogador realizar uma avaliação de riscos caso a sentença final do TAS não confirme a elegibilidade do jogador". A passagem mostra que a liberação provisória não veio acompanhada de garantia contra eventuais consequências caso o clube e o atleta sejam derrotados no julgamento definitivo.

Caso Rojo: documento do Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) Imagem: Reprodução O documento também ressalva que rejeitar essa proteção não significa reconhecer o cabimento de uma futura punição. O TAS considerou prematuro decidir sobre uma sanção que ainda não havia ocorrido e poderia nem ocorrer. Portanto, a página não determina perda da partida ou eliminação do Estudiantes, mas tampouco resolve quais seriam as consequências de uma sentença contrária à elegibilidade de Rojo.

Diante desse trecho, o blog perguntou novamente ao TAS se uma decisão final desfavorável poderia levar ao reconhecimento de participação irregular e à declaração do Estudiantes como perdedor do confronto, conforme as regras da competição. O tribunal respondeu que não pode comentar publicamente possíveis desfechos de um processo.

Novo questionamento foi feito, ainda sem resposta por parte do TAS, possivelmente devido ao fuso horário já estão sediados na Suíça. Em sua resposta anterior, o TAS informou que a audiência ainda não havia sido marcada.

Texto que relata acontecimentos, baseado em fatos e dados observados ou verificados diretamente pelo jornalista ou obtidos pelo acesso a fontes jornalísticas reconhecidas e confiáveis.

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